Aplicações Premium para Smartphones grátis na PlayStore

Aproveita as ofertas que a Android está a oferecer para smartphones e tablets, aplicações para tudo, jogos, icons, personalizações, entre outros.

Temos a que nos chama pela manhã, aquela determinada onde lemos notícias, gerimos as redes sociais, o e-mail e até a conta do banco. São apps e mais apps que utilizamos diariamente e que Inúmeras vezes pagamos para as ter com bem mais recursos e sem publicidade.

A PlayStore com determinada regularidade entra em saldos e agora apresentamos-lhe uma outra seleção de vinte e cinco apps pagas para Android que pode ter sem gastar um cêntimo.

A sequência de 25 apps que mostramos, inclui jogos e pacotes de ícones e personalizações, completamente gratuitos. Diversas das promoções acabam brevemente por isso não perca tempo a efectuar as suas selecções, os valores indicados são os preços originais de cada aplicação, que agora estão gratuitas.

  1. Sentence Master Pro (15,99 €)
  2. Ekstar Unit Converter (7,49 €)
  3. Transmission GUI (4,59 €)
  4. Fnetchat Pro (3,49 €)
  5. PRO Local Bitcoins (2,99 €)
  6. Your Phone Cleaner Pro (2,79 €)
  7. Reminder – Pro (2,39 €)
  8. Division Math Trainer (1,99 €)
  9. DodiLocker Apps PRO (1,89 €)
  10. nBubble Elite – Notifications in bubble (1,59 €)
  11. Material Reboot (1,19 €)
  12. PhotoDj (0,99 €) – oferta termina hoje!
  13. Screenshot Pro 2 (0,99 €)
  14. Math Puzzles PRO 2018 (4,99 €)
  15. Novos quebra-cabeças matemáticos para génios 2018 (4,59 €)
  16. Star Wars™ Pinball 6 (2,29 €)
  17. Funny Rollercoaster VR Cardboard (1,99 €)
  18. Candy Sky: Rolling 3D (1,99 €)
  19. Classic Block Master(old style) (1,49 €)
  20. Beneath the Basement (1,19 €)
  21. Quizio PRO: Quiz game (0,99 €) – oferta termina hoje!
  22. Pixcyl – Icon Pack (2,09 €)
  23. UNICORN ROUNDIES ICON PACK (2,09 €)
  24. Smart Touch (Pro – No ads) (1,89 €) – oferta termina hoje!
  25. NAZG III (1,49 €)

Tronsmart, a nova marca chinesa que se está a impor no mercado da tecnologia

Todos os dias observamos mudanças no universo da tecnologia, algumas delas muito ligeiras, outras fraturantes… mas o que é certo é que este universo não para e constantemente vemos novos players a sedimentar a sua posição.

Tronsmart é provavelmente um nome que nunca ouviu falar, mas que está associado à tecnologia móvel e aos acessórios quase indispensáveis à utilização do smartphone. A marca chinesa está a chegar ao mercado ocidental e já conta com uma grande oferta de produtos. Hoje damos-lhe a conhecer alguns deles.

Sempre que uma nova marca surge no mercado com uma vasta gama de produtos, ou apenas com produtos que se distinguem numa determinada área, é certo que a vamos tentar explorar um pouco melhor.

A Tronsmart é uma marca chinesa, pois claro, sediada em Shenzhen, que já está a atuar no mercado desde novembro de 2013. No seu início, a sua aposta era focada em boxes de TV, tendo depois sido alargada para acessórios de carregamento rápido e hoje já conta com uma oferta interessante de produtos de áudio.

 

Áudio

No áudio a Tronsmart oferece várias propostas de colunas Bluetooth, desde pequenos equipamentos à prova de água para levar para qualquer lugar, como a Tronsmart Element T4, até a opções mais robustas, como a Tronsmart Element Mega.

Esta Tronsmart Element Mega, por exemplo, tem Bluetooth 4.2, NFC, som digital 3D com tecnologia DSP e vem equipada com duas colunas subwoofer de alta fidelidade, capazes de reproduzir som com uma potência de até 40W.

A Tronsmart Element Mega pode ser adquirida em armazém espanhol, com um desconto de 5€ utilizando o código de desconto RPDCMYEX.

Ainda dentro da oferta dedicada ao áudio, a marca também oferece headphones e earphones para todas as necessidades, tudo com a componente sem fios.

 

Powerbanks

Nesta área os powerbanks com carregamento rápido a partir dos 10000 mAh (com Quick Charge 3.0) são opções muito interessantes. No entanto, são os powerbanks “inteligentes” que primam pela diferença. A marca dispõe de 4 opções com tecnologia VoltiQ, capaz de detetar qual a corrente necessária para cada tipo de dispositivo. Dentro desta oferta, alguns deles ainda permitem efetuar carregamento sem fios.

 

Carregadores & cabos

Carregadores com 3 portas USB, com carregamento rápido, com tecnologia VoltiQ, prontos a carregar tanto smartphones como computadores portáteis, com potencia até 48W, são as ofertas neste campo, seja para carregadores para a energia elétrica convencional ou para ligar ao isqueiro do carro… sim, carregadores de isqueiro com 3 portas USB, com Quick Charge 3.0 e potência de 42W, tudo num só!

Mas há mais. Tem ainda ofertas de docas de carregamento para secretária, com potência até 90W e ainda carregadores para carregamento sem fios.

Adaptadores USB Tipo-C para HDMI, RJ45, para USB… entre outras opções; cabos USB/microUSB; cabos USB Tipo-C; e cabos Lightning fecham o leque de produtos da marca.

Tal como referido inicialmente, a Tronsmart está a começar a apostar em força no mercado ocidental e prova disso é a parceira estabelecida com o jogador Luis Suárez, a jogar atualmente no FC Barcelona, que passa a ser a cara da marca e em específico da tal coluna Bluetooth Tronsmart Element Mega já referida, com uma edição limitada assinada pelo jogador.

Meça o seu ritmo cardíaco com qualquer smartphone

Após ter lido o título deste artigo deve ter pensado: como um telemóvel pode identificar o meu ritmo cardíaco? Pois é. Em apenas quinze segundos é possível saber o seu batimento.

Graças ao Instant Heart Rate, uma aplicação fantástica capaz de mensurar a sua pulsação sem precisar de nenhum gadget adicional ou equipamento externo – apenas o seu smartphone.

Instant Heart Rate 

Certamente a essa hora você deve estar curioso para entender como funciona realmente este recurso da aplicação. Pois bem…

Colocando o seu dedo indicador sobre a lente da câmera o aplicativo consegue detectar suaves mudanças na coloração da pele, causadas pelo fluxo de sangue entre cada batida do coração. Assim, então, ele consegue medir seus batimentos cardíacos.

Para transformar seu iPhone ou Android em um monitor de frequência cardíaca, siga as instruções abaixo e monitore o seu coração seja aonde estiver:

Passo 1. Procure na Android Market a aplicação Instant Heart Rate (ou no iTunes, clicando aqui);

Passo 2. Clique em “Install” e aguarde o download e a instalação;

Passo 3. Execute a aplicação e clique em “Start Using”, no final da tela de boas vindas da aplicação;

Passo 4. Clique no botão de Menu do seu smartphone e vá em “Settings”;

Opções de partilha

Passo 5. Marque a opção “Automaticaly end measure” para que o monitoramento cardíaco finalize em 15 segundos após identificar seus batimentos cardíacos;

Passo 6. Retorne à tela principal da aplicação. Pressione levemente o seu dedo indicador contra a lente da câmara de seu aparelho por uns 15 segundos. É importante estar em um ambiente bem iluminado, de preferência com luz natural, e que você não pressione tanto a câmara. Se o seu smartphone tiver flash o resultado pode ser muito melhor e mais preciso;

Passo 7. Em seguida, aguarde a definição do Instant Heart Rate e veja a sua frequência cardíaca;

Passo 8. Clique em “Share” para compartilhar seus batimentos cardíacos com seus amigos, se assim quiser. Depois, basta escolher a rede social que você deseja partilhar, seja o Twitter, o Facebook, ou mandar por e-mail via Gmail, dentre vários outros serviços.

Agora você pode acompanhar a sua saúde usando o seu smartphone para optimizar as suas actividades físicas e monitorar seu ritmo cardíaco. Vale ressaltar que o uso deste recurso não exclui o seu acompanhamento médico, muito menos as precisas ferramentas médicas.

https://www.youtube.com/watch?v=yYHFLN9Bj78

Parcerias estratégicas com operadoras móveis

Operadora e empresa chinesa querem desenvolver em conjunto soluções tecnológicas.

A Nos anunciou nesta sexta-feira que formalizou uma parceria estratégica com a Huawei Portugal para o desenvolvimento conjunto de soluções tecnológicas.

O acordo foi assinado há alguns dias pelo presidente da Nos, Miguel Almeida, e por Chris Lu, director da Huawei Portugal, na sede da Huawei em Shenzen, China.

Segundo a operadora de telecomunicações controlada pela Sonae e pela empresária angolana Isabel dos santos, a parceria visa “o desenvolvimento de projetos conjuntos nas áreas de redes e tecnologia, nomeadamente no desenvolvimento de infra-estruturas de comunicações, data-centres, vídeo e soluções empresariais”.

A relação entre a Nos e a Huawei não é de agora. Começou em 2005, ainda antes da fusão entre a Optimus e a Zon. Nessa data, a Optimus, operadora móvel da Sonae, associou-se à empresa chinesa – que então dava os primeiros passos na Europa – para desenvolver o primeiro projecto piloto da tecnologia móvel de terceira geração em Portugal.

Jogos são as causas da agressão em crianças

Seu filho gosta de jogar games de guerras, tiros e lutas? Se a resposta foi sim, é preciso redobrar a atenção e estabelecer alguns limites para essa actividade.

Uma pesquisa realizada e divulgada pela American Association of Psychology (APA) concluiu que jogos eletrônicos violentos podem estimular comportamentos agressivos. Para chegar a esse resultado, os especialistas analisaram uma série de estudos publicados entre 2005 e 2013, que mostram como o uso do aparelho pode afetar o comportamento infantil. A conclusão é que, embora os jogos não tenham sido relacionados à violência criminal ou a alterações neurológicas, eles podem, sim, aumentar comportamentos e pensamentos agressivos e também diminuir sentimentos de empatia, que é a nossa capacidade de nos colocar no lugar do outro.

Meu filho não pode jogar, então?

A pesquisa não fala de todos os tipos de jogo, mas daqueles baseados no uso da violência, como os games de guerra. Para a psicanalista Cristiane M. Maluf Martin, especialista em temas relacionados ao comportamento humano, esses jogos tornam as crianças mais agressivas porque permitem que elas experimentem certos comportamentos que não são tolerados na vida real. “Se na sociedade há uma censura e uma punição para determinados tipos de comportamento, no jogo, tudo isso que seria condenado é permitido: quanto mais você mata/rouba/agride, mais pontos ganha”, explica.

Para o neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), que desenvolveu sua tese sobre vídeogames, os resultados da pesquisa têm a ver, não apenas com o conteúdo violento de determinados jogos, mas também com a frequência e a intensidade em que as crianças ficam em contato com eles. “Estudos anteriores monitoraram a frequência cardíaca, o pulso e a dilatação pupilar de pessoas expostas a situações de violências por meio de games. No começo, o coração acelera, a pupila dilata, há uma reação autonômica [do sistema nervoso]”, explica. Mas, se essas mesmas pessoas continuam jogando durante semanas, aos poucos, essas respostas vão diminuindo É como se as cenas de horror não chocassem mais. “Por isso dizemos que jogos violentos causam certo embotamento afetivo nas crianças: a violência já não causa mais espanto”, completa.

No lugar do outro

Outro aspecto levantado pela pesquisa é a diminuição da empatia. Uma vez que a única interação das crianças ao jogar é com a tela, o uso prolongado dos jogos pode prejudicar a maneira como criança e jovens se relacionam. “O problema é gastar horas em uma atividade que não envolve reciprocidade, comunicação e conversa. Muitas crianças ficam nessa situação para não terem que se relacionar com o outro”, explica o neuropediatra.

Tecnologia como ferramenta

Segundo dados relacionados na pesquisa, nos Estados Unidos, mais de 90% das crianças joga algum tipo de vídeogame. Entre os adolescentes – de 12 a 17 anos – esse número é ainda maior: 97%. Outro material analisado no estudo revela que crianças menores de 8 anos que já jogam vídeogame passam, em média, 69 minutos por dia em jogos de console, 57 minutos em jogos de computador e 45 minutos em jogos de dispositivos móveis, incluindo tablets.

A maneira como as novas gerações incorporaram o uso da tecnologia é um processo com consequências ainda desconhecidas. Ainda assim, é preciso saber que tanto o vídeogame como tablets e celulares são apenas ferramentas. A maneira como as crianças se relacionarão com elas depende dos pais.

O lado bom

É claro que o uso saudável dessas tecnologias tem lá seus benefícios. “O videogame trabalha o processamento visual e auditivo, a rapidez, a diferenciação de formas e de sons… É óbvio que, como tudo o que fazemos de forma repetitiva, isso reforça alguma sinapses, melhorando essas habilidades”, explica Farias. Em um estudo conduzido pelo próprio neuropediatra, ele constatou que o uso de games teve impacto na melhora do desempenho escolar das crianças, aprimorando sua habilidade de atenção e memória.

Apesar dos benefícios, o médico é categórico ao afirmar que há uma série de váriaveis que os pais precisam analisar quando o assunto é videogame. A primeira é o conteúdo, que deve ser adequado à faixa etária e não promover a violência. A segunda é que o uso deve ser feito preferencialmente de forma descontinuada. “O ideal é que a criança não fique uma hora, uma hora e meia jogando sem parar, mas que faça um intervalo a cada trinta minutos pelo menos”, sugere. Além disso, os pais devem levar em conta:

– Horário de uso: a luz de LED das telas interfere no sono. Por isso, é melhor desligar os aparelhos conforme a hora de dormir se aproxima;

– Postura: em que posição a criança joga? Observa como ela se senta e como manipula o aparelho, para evitar o esforço repetitivo;

– Impaciência: os jogos funcionam em um sistema de motivação x recompensa. Ou seja, ao passar de fase, a criança prontamente recebe o prêmio pelo seu esforço. Isso pode gerar comportamentos impacientes e deixar os pequenos irritados em processos mais demorados do que os jogos, como a leitura de um livro longo;

– Ansiedade: para crianças com doenças que têm muito a ver com ansiedade, como TDAH, os conteúdos e mecanismos dos jogos tendem a deixá-las ainda mais ansiosas.