Sismo em Portugal mata cerca de 20 mil pessoas nos Açores, Alentejo e Algarve

À semelhança do que aconteceu anteriormente, Portugal anuncia um terramoto e um tsunami semelhantes aos que aconteceram em Itália, há meses, e no Japão, há algum tempo, alertam especialistas em sismos.

Em Portugal nem hospitais estão preparados para um sismo!

O terramoto matará milhares de portugueses e o país não está preparado para este tipo de catástrofes. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica avisa que em Portugal nem sequer os centros hospitalares estão preparados para um sismo. Segundo indicam os especialistas está muito próximo de acontecer, veja o vídeo!

“Pode ser amanhã ou pode ser depois de amanhã.”

Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9 na escala de Richter, semelhante ao ocorrido no Japão que causou milhões de vitimas. De acordo com dados científicos, um tremor de igual magnitude vai repetir-se a qualquer momento.  Também já recentemente um sismo de 4,9 foi sentido, esta segunda-feira, na Grande Lisboa, as pessoas sentiram o sismo e procuravam saber se tínhamos esse registo, se o tínhamos identificado. O tremor de terra também afectou terras vizinhas, em Espanha. Numa biblioteca universitária em Badajoz, o abalo foi sentido com tanta força que até foi gravado um vídeo a mostrar o que se passava.

Para além dos Açores, Algarve, Alentejo e a Grande Lisboa serão afectados gravemente pelo sismo iminente. As margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto de um tsunami, nem todos os edifícios estão preparados para resistir à força destruidora deste desastre natural, nem sequer os públicos.

Mega-Tsunami no Porto causa pânico, faz milhares de vitimas e é notícia no resto do Mundo

Duas ondas gigantes seguidas varreram mais de 20 carros na zona da Foz do Douro, no Porto. Testemunhas do acidente disseram mesmo que «Parecia um tsunami!».

De acordo com algumas testemunhas que viveram momentos de pânico, carros que estavam estacionados junto ao passeio foram completamente varridos, como pode ver no vídeo. No momento em que a primeira onda chegou, havia muitas pessoas no local a observar e a fotografar o mar.

Segundo Raul Risso, comandante da Autoridade Marítima, aquela zona da cidade ficou com a circulação de trânsito cortada durante uns dias. As autoridades e os bombeiros do Porto procederam à limpeza dos destroços, tendo sido formada uma barreira de segurança bastante alargada. O resto dos países espalhados pelo Mundo consentem o acontecimento com mensagens de apoio e solidariedade.

A força das ondas varreram também um autocarro de dois andares com turistas. Um deles que era chileno, disse que tinham parado para observar o mar e que apanharam um grande susto. Aliás, este autocarro, depois de atingido por uma onda, arrastou várias viaturas.

De acordo com algumas testemunhas no local, a força das ondas foi tal que as águas levaram tudo à frente ao longo de cerca de 300 metros. Veja o seguinte vídeo!

Fonte: Jornal de Notícias

Parcerias estratégicas com operadoras móveis

Operadora e empresa chinesa querem desenvolver em conjunto soluções tecnológicas.

A Nos anunciou nesta sexta-feira que formalizou uma parceria estratégica com a Huawei Portugal para o desenvolvimento conjunto de soluções tecnológicas.

O acordo foi assinado há alguns dias pelo presidente da Nos, Miguel Almeida, e por Chris Lu, director da Huawei Portugal, na sede da Huawei em Shenzen, China.

Segundo a operadora de telecomunicações controlada pela Sonae e pela empresária angolana Isabel dos santos, a parceria visa “o desenvolvimento de projetos conjuntos nas áreas de redes e tecnologia, nomeadamente no desenvolvimento de infra-estruturas de comunicações, data-centres, vídeo e soluções empresariais”.

A relação entre a Nos e a Huawei não é de agora. Começou em 2005, ainda antes da fusão entre a Optimus e a Zon. Nessa data, a Optimus, operadora móvel da Sonae, associou-se à empresa chinesa – que então dava os primeiros passos na Europa – para desenvolver o primeiro projecto piloto da tecnologia móvel de terceira geração em Portugal.

A escola sofre corte de 200 milhões de euros

O Ministério da Educação fala num aumento da despesa total consolidada de 150 milhões no próximo ano, mas, na verdade, a Educação perderá 182 milhões de euros.

O Ministério da Educação ignora as críticas do ano passado e volta a fazer as contas ao orçamento comparando a verba inicial de 2018 com a verba inicial de 2017. Com base nestes dados, escreve no relatório que acompanha a proposta de lei de Orçamento do Estado para 2018 que o bolo para a Educação crescerá 150 milhões de euros no próximo ano quando, na verdade, cairá mais de 182 milhões de euros.

E onde reside a diferença entre um e outro valor? É que o ministro Tiago Brandão Rodrigues apresenta os cálculos comparando a verba inicial de despesa total consolidada prevista para 2018 — 6.173,1 milhões de euros — com a mesma verba que previa para o presente ano aquando da apresentação do Orçamento do Estado para 2017 — 6.022,7 milhões. Da comparação destes dois valores resulta o tal aumento de 150 milhões de euros. Mas a verdade é que o Governo não gastará 6.022,7 milhões com Educação este ano, mas estima, sim, encerrar o ano com uma despesa total consolidada de 6.355,6 milhões de euros. E caso se compare a despesa realmente gasta (embora ainda uma estimativa) com aquela que o Governo prevê gastar no próximo ano, então o que resulta é uma quebra de 2,9%, ou seja, menos 182,5 milhões de euros.

O Ministério da Educação é, de resto, o único de todos os ministérios que faz a comparação com base nesse pressuposto, num resumo que antecede o quadro de apresentação dos números: “A despesa total consolidada do orçamento inicial de 2018 do programa do Ensino Básico e Secundário e Administração Escolar ascende a 6.173,1 milhões de euros, que compara com o montante de 6.022,7 milhões de euros de 2017, representando um acréscimo de 2,5%”.

E não é a primeira vez que o faz, mas sim a segunda. Já no ano passado o relatório do Orçamento do Estado para 2017 apontava para um incremento de 3,1% no orçamento da Educação quando, no final de contas e comparando com o que deveria ser comparado, iria cair 170 milhões, conforme antecipou Alexandre Homem de Cristo, no Observador, logo após a entrega do relatório, e que se viria a confirmar mais tarde com o envio de novo quadro ao Parlamento. Este ano o Governo já apresenta no quadro os valores certos, mas continua a escrever e a apresentar os números com base nos valores iniciais.

Em novembro de 2017, perante as críticas da bancada da oposição à forma como apresentou o Orçamento para 2017, Tiago Brandão Rodrigues recorreu ao ex-ministro do Governo PSD/CDS-PP, Nuno Crato, para justificar esta leitura, lembrando que, em 2015, o então ministro referia que não se devia comparar o orçamento inicial com a estimativa de execução de 2014. “Falava Nuno Crato da importância de comparar o comparável e não tentar comparar o incomparável”. Uma leitura que contou com o apoio à esquerda. Joana Mortágua, do Bloco de Esquerda, disse que tínhamos chegado “ao maior orçamento para a Educação, pelo menos, desde 2013 e isso é inegável, tal com é inegável que a Educação tem uma suborçamentação”.

Educação vai dar contributo para poupança de 49,4 milhões em 2018

Dos 6.173,1 milhões de euros, destaca-se um aumento de 3,7% da despesa com a educação pré-escolar, para um total estimado de 561,2 milhões de euros em 2018. Por outro lado, estima-se uma nova redução, desta vez de 6,1%, nas transferências para o Ensino Particular e Cooperativo.

Já nas despesas de capital, que representam 2,3% do total da despesa consolidada, o que assume uma “maior representatividade” são “os investimentos a concretizar pela Parque Escolar”, para “intervenções no âmbito dos Estabelecimentos de Ensino Não Superior”.

As outras grandes apostas de Tiago Brandão Rodrigues para o próximo ano são o combate ao insucesso escolar, o investimento na educação de adultos e formação ao longo da vida e a educação pré-escolar, à semelhança das linhas seguidas este ano.

Também fica a garantia, nesta proposta de Orçamento do Estado, de integrar nos quadros pelo menos mais 3.500 professores no próximo ano, fruto quer da norma-travão, quer de um concurso de vinculação extraordinária.

Do lado da poupança, estima-se que o Ministério da Educação contribua com uma fatia de 49,4 milhões de euros, graças ao efeito demográfico (30 milhões), à redução do absentismo (10 milhões), a revisão dos contratos de associação (6,4 milhões), a eliminação de comissões bancárias com o pagamento de salários (2 milhões) e ainda um milhão com ganhos de eficiência nas despesas de funcionamento das escolas por recurso a novas tecnologias.

Uma lei em corrupção é impossível

A lei sobre identidade de género bateu o recorde: conjugou três práticas inaceitáveis, geradoras de inconstitucionalidade formal da lei e mesmo inexistência jurídica.

Todas as leis devem ser bem discutidas e bem votadas. Todas as leis devem resultar, na Assembleia da República, de um processo apropriado, conforme à Constituição. E, por maioria de razão, uma lei como a votada na sexta-feira, 13 de Abril, com a sensibilidade humana da lei sobre identidade de género, deveria ter particular cuidado processual.

As normas do processo legislativo não existem por acaso. Existem para garantir o debate profundo e transparente, como é essencial à democracia representativa, e assegurar a formação da vontade livre e informada de todos os decisores (os deputados), bem como a sua manifestação igualmente livre e informada. Tenho criticado práticas negativas parlamentares em que se tem decaído. Esta lei bateu o recorde: conjugou três práticas inaceitáveis, geradoras de inconstitucionalidade formal da lei e mesmo inexistência jurídica.

O processo de elaboração das leis, depois de iniciado, tem duas fases: generalidade e especialidade. E um momento final: votação final global. É o que resulta da Constituição e não pode ser destruído, nem mascarado. A fase da generalidade aprecia as linhas gerais da proposta, a doutrina, os propósitos. Termina pela aprovação ou reprovação, na generalidade. Se foi tudo reprovado, acaba aí. Se houve textos aprovados na generalidade, passam à fase da especialidade, que os examina artigo a artigo, aceitando sugestões e procurando melhorar. A votação final global é a votação de aprovação ou reprovação do diploma, sendo frequente haver diferença entre a votação na generalidade e a final global, por causa das emendas entretanto introduzidas na especialidade. Esta sequência – pausada – é essencial à dignidade e à transparência do processo legislativo.

Desde há alguns anos, a Assembleia da República ora por normas regimentais insuficientemente claras, ora por habilidosas interpretações de conjugação de normas, adoptou um procedimento profundamente irregular que torpedeia a limpidez constitucional do processo, contra que protestei algumas vezes. Os povos do Norte chamar-lhe-iam o procedimento de almôndega; os povos do Sul, o procedimento de açorda. Em que consiste?

Novos benefícios para pequenas empresas

As empresas que sejam consideradas médias, pequenas ou micro vão poder deduzir à colecta de IRC um montante superior dos lucros que sejam reinvestidos.

De acordo com a proposta do Orçamento do Estado para 2018, eleva-se para um máximo de 7,5 milhões de euros o montante dos lucros reinvestidos que podem ser deduzidos à colecta – em vigor está um limite de 5 milhões.

Além disso, se as médias empresas ficam limitadas a uma dedução até 25% da colecta, no caso das micro e pequenos a dedução pode concorrer até 50% da colecta de IRC.

O Código Fiscal de Investimento terá ainda como mudança o facto de a dedução à colecta até 10% dos lucros poder ir até três anos, quando no código em vigor se prevê dois anos.

Além disso as entidades interessadas em recorrer ao sistema de incentivos fiscais devem submeter a candidatura até ao final do mês de Maio do ano seguinte ao exercício.

Nas alterações propostas, o Governo pretende passar para a Agência Nacional de Inovação a comunicação à Autoridade Tributária dos beneficiários e do montante das despesas elegíveis reportadas. Deixa de estar na dependência do Ministério da Economia.