Pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos em mínimos de 40 anos

Os novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos diminuíram para 240 mil, situando-se em mínimos nos últimos 40 anos.

Os novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos diminuíram em 5.000 na semana que terminou em 29 de julho, asicss neakers pas cher para 240 mil, face à semana anterior, situando-se em mínimos nos últimos 40 anos, foi divulgado esta quinta-feira. De acordo com dados do Departamento do Comércio norte-americano, Timberland Soldes a média dos novos pedidos de desemprego em Julho, que constitui um indicador mais fiável da evolução do mercado laboral do país, ugg france registou uma queda de 2.250 pedidos, para 241.750, soldes air max pas cher refere aquele organismo oficial em comunicado. nike tn pas cher homme No entanto, o número de pessoas que recebiam subsídios de desemprego permanentemente por não encontrarem trabalho elevou-se a 13.000 na semana que terminou em 29 de Julho, nike chaussure para 1,97 milhões, continuando abaixo da fasquia dos dois milhões há 17 semanas consecutivas. A taxa de desemprego nos Estados Unidos situou-se nos 4,4% em Junho, no nível mais baixo em quase duas décadas.

Tronsmart, a nova marca chinesa que se está a impor no mercado da tecnologia

Todos os dias observamos mudanças no universo da tecnologia, algumas delas muito ligeiras, outras fraturantes… mas o que é certo é que este universo não para e constantemente vemos novos players a sedimentar a sua posição.

Tronsmart é provavelmente um nome que nunca ouviu falar, mas que está associado à tecnologia móvel e aos acessórios quase indispensáveis à utilização do smartphone. A marca chinesa está a chegar ao mercado ocidental e já conta com uma grande oferta de produtos. Hoje damos-lhe a conhecer alguns deles.

Sempre que uma nova marca surge no mercado com uma vasta gama de produtos, ou apenas com produtos que se distinguem numa determinada área, é certo que a vamos tentar explorar um pouco melhor.

A Tronsmart é uma marca chinesa, pois claro, sediada em Shenzhen, que já está a atuar no mercado desde novembro de 2013. No seu início, a sua aposta era focada em boxes de TV, tendo depois sido alargada para acessórios de carregamento rápido e hoje já conta com uma oferta interessante de produtos de áudio.

 

Áudio

No áudio a Tronsmart oferece várias propostas de colunas Bluetooth, desde pequenos equipamentos à prova de água para levar para qualquer lugar, como a Tronsmart Element T4, até a opções mais robustas, como a Tronsmart Element Mega.

Esta Tronsmart Element Mega, por exemplo, tem Bluetooth 4.2, NFC, som digital 3D com tecnologia DSP e vem equipada com duas colunas subwoofer de alta fidelidade, capazes de reproduzir som com uma potência de até 40W.

A Tronsmart Element Mega pode ser adquirida em armazém espanhol, com um desconto de 5€ utilizando o código de desconto RPDCMYEX.

Ainda dentro da oferta dedicada ao áudio, a marca também oferece headphones e earphones para todas as necessidades, tudo com a componente sem fios.

 

Powerbanks

Nesta área os powerbanks com carregamento rápido a partir dos 10000 mAh (com Quick Charge 3.0) são opções muito interessantes. No entanto, são os powerbanks “inteligentes” que primam pela diferença. A marca dispõe de 4 opções com tecnologia VoltiQ, capaz de detetar qual a corrente necessária para cada tipo de dispositivo. Dentro desta oferta, alguns deles ainda permitem efetuar carregamento sem fios.

 

Carregadores & cabos

Carregadores com 3 portas USB, com carregamento rápido, com tecnologia VoltiQ, prontos a carregar tanto smartphones como computadores portáteis, com potencia até 48W, são as ofertas neste campo, seja para carregadores para a energia elétrica convencional ou para ligar ao isqueiro do carro… sim, carregadores de isqueiro com 3 portas USB, com Quick Charge 3.0 e potência de 42W, tudo num só!

Mas há mais. Tem ainda ofertas de docas de carregamento para secretária, com potência até 90W e ainda carregadores para carregamento sem fios.

Adaptadores USB Tipo-C para HDMI, RJ45, para USB… entre outras opções; cabos USB/microUSB; cabos USB Tipo-C; e cabos Lightning fecham o leque de produtos da marca.

Tal como referido inicialmente, a Tronsmart está a começar a apostar em força no mercado ocidental e prova disso é a parceira estabelecida com o jogador Luis Suárez, a jogar atualmente no FC Barcelona, que passa a ser a cara da marca e em específico da tal coluna Bluetooth Tronsmart Element Mega já referida, com uma edição limitada assinada pelo jogador.

Maneiras baratas de conquistar clientes

O que fazer quando precisas de atrair e fidelizar clientes, mas não tens dinheiro suficiente para investir numa divulgação pesada? Actualmente, é possível elaborar estratégias de marketing para uma pequena empresa sem precisar de muitos recursos.

Estratégias para conquistar clientes sem gastar muito:

1. Melhore a qualidade do seu produto

A primeira dica é focar na qualidade do que você oferece. “Você naturalmente conquista um cliente tendo um bom produto ou serviço, além do atendimento. É muito difícil que seu cliente vá substituí-lo por outro fornecedor se você tiver um item de qualidade. Não só isso: ele também vai fazer a propaganda do seu negócio”, diz Leticia.

2. Conheça seu cliente e faça bom uso das informações

Uma boa forma de você começar a conquistar os clientes é entendendo o perfil deles, diz a professora da ESPM. Uma maneira barata de conhecê-los é simplesmente batendo um papo com a clientela, recomenda. Para Filho, um conceito para prestar atenção nessa estratégia é o de “estilo de vida”: como o cliente gasta tempo e dinheiro.

Se você resolveu contatar possíveis clientes fora do local de negócio, é bom trabalhar no seu banco de dados. Segundo Beatriz, as pessoas não querem ser abordadas por empresas das quais elas nunca ouviram falar. Como exemplo, Filho cita o spam e as pop-ups, estratégias de comunicação que os clientes não costumam aprovar.

3. Invista em atendimento, durante e após a venda

Para Beatriz, o grande diferencial hoje em dia é o atendimento. “O cliente até paga um pouco mais porque a empresa atende bem e oferece as coisas certas. É bom trabalhar com a pontualidade: o cliente veio procurar aquilo que ele quer”, recomenda a consultora. Ou seja: nada de incentivar os vendedores a oferecerem sandálias se o cliente está buscando uma bota, por exemplo. Leticia endossa o conselho. “Você tem que preparar muito bem quem vai atender o cliente, se não for você mesmo”.

Outro ponto é evitar deixar o cliente sem resposta após uma reclamação. “Nós estamos falando em relacionamento de médio e longo prazo, e ele pode se desgastar se as coisas não se resolverem. Não tem mágica: as boas empresas trabalham em cima de relacionamento. Ele exige investimento e dedicação, mas funciona”, diz Filho. “Não deixe o cliente na mão. Isso é muito valorizado no mercado. A maioria dos empreendedores ainda não percebeu isso aqui no Brasil”, declara Leticia.

4. Alie-se a outras empresas

Segundo a professora da ESPM, fazer parcerias com empresas que possam angariar clientes para você é uma estratégia barata. Em alguns modelos de parceria, a empresa só tem um custo quando realmente fechar um negócio. Assim, você consegue atingir um público que você não atingia antes.

A consultora Beatriz cita outro exemplo de parceria: as promoções feitas com negócios complementares, que têm o mesmo público-alvo mas produtos diferentes. Por exemplo, uma loja de sapatos e outra de roupas podem fazer um folheto em parceria, o que diminui os custos para ambas e faz com que a divulgação aconteça nos dois ambientes.

5. Defina o raio de atuação da sua empresa 

Uma pergunta que todo dono de negócio deve se fazer é a de quanto seus clientes estão dispostos a se deslocar para ir ao seu empreendimento. “Não fique gastando dinheiro com pessoas distantes do seu raio de atuação. O cliente só vai se deslocar se valer muito a pena, e sempre estará procurando substitutos próximos. Faça uma propaganda mais localizada – além de ser mais eficiente, os custos diminuem”, aconselha Leticia.

6. A comunicação vai mal? Aja por conta própria

Se você acha que seu negócio não está atraindo tantos clientes, considere a possibilidade de ter de se dedicar pessoalmente à comunicação e ao marketing. “É importante o próprio empreendedor garimpar informações. Ele precisa reservar tempo para isso. Às vezes, ele corre atrás de muita coisa, mas não se dedica a esse assunto, porque acha que o cliente vem sozinho. Ele precisa conhecê-lo, perguntar o que ele pensa. É um exercício obrigatório para os empreendedores”, diz Filho.

China ajuda indústria têxtil alemã a crescer

A indústria têxtil alemã foi atingida cedo e com força pela concorrência dos produtos baratos da China. Hoje, as associações setoriais dos dois países trabalham juntas.

O salto econômico da China é apontado por muitos como o mais importante acontecimento do século 21. Nos últimos dez anos, o país experimentou um crescimento anual acima de 8%. O ingresso da China na Organização Mundial do Comércio (OMC), em meados de 2001, obrigou Pequim a obedecer às normas da instituição.

Somando-se a isso a barata mão-de-obra chinesa, fica fácil de entender por que a maior parte dos investimentos mundiais segue para o país. O outro lado da moeda é que, para muitos países, a China se transformou no mais intragável dos concorrentes, uma situação que atinge principalmente a indústria têxtil, setor em que os orientais são tradicionalmente fortes. Na Alemanha não foi diferente.

Produtos simples: alta concorrência

Para o presidente da Confederação alemã da Indústria Têxtil, Josef Beckmann, os problemas causados pela concorrência estão relacionados com o tipo de produto. “Se ele é muito simples e possui custos de mão-de-obra relativamente elevados, então há tempos ele já não tem mais boas chances de ser produzido na Alemanha”, afirma Beckmann. Muitas fábricas do setor foram fechadas devido ao grande número de importações da China. “Nesse tipo de produto nós sentimos fortemente a concorrência chinesa.”

O processo foi acelerado com o ingresso da China na OMC. O próspero país asiático vem inundando o mercado mundial com artigos têxteis baratíssimos. O rigoroso sistema de quotas para importação da organização, que atingiu principalmente os têxteis chineses, será revogado progressivamente até o final de 2004. Em contrapartida, a China vem diminuindo fortemente suas tarifas de importação, aumentando as chances para as exportações alemãs.

Qualidade com chances

Com isso, as vendas de produtos têxteis made in Germany para a China experimentaram no ano passado um crescimento de 48%. No primeiro semestre de 2003 a taxa de crescimento caiu devido ao enfraquecimento da demanda e à queda do dólar, mas ainda assim foi de 31%.

Segundo Beckmann, entre os têxteis exportados pela Alemanha predominam os tecidos especiais, em grande parte também destinados a fins técnicos. Entre as confecções, as roupas caras e modernas também encontram compradores, já que vem crescendo o percentual de chineses com alto poder aquisitivo.

“Cooperação controlada”

O maior mercado têxtil do mundo, com seus 1,3 milhão de consumidores, não é apenas interessante para as vendas – ele também atrai investimentos internacionais. Há dois anos, a China é para os empresários do setor têxtil o país número um para investimentos. Os artigos produzidos com a barata mão-de-obra local são exportados para a União Européia e para os Estados Unidos ou vendidos diretamente no mercado chinês.

Com a fraca conjuntura da Alemanha e a baixa procura no mercado interno, é previsível que os empresários do setor têxtil alemão se voltem ainda mais fortemente para a China. Neste sentido, a confederação acertou em julho último a cooperação com as duas principais associações chinesas do setor de roupas e tecidos. O objetivo, segundo Beckmann, é a “cooperação controlada”. Também está planejada a abertura de um escritório de contato na metrópole econômica Xangai.

Mercado europeu atinge desemprego elevado

Em Março, quase metade dos 26,5 milhões de desempregados da União Europeia viviam na Grécia, Espanha, Irlanda, Portugal e Itália.

Areceita aplicada pela troika em Portugal, Grécia e Irlanda e as políticas de austeridade que também atingem as economias espanhola e italiana continuam a ter reflexos preocupantes no mercado de trabalho. Estes Estados-membros, que albergam 26,4% da população da União Europeia (UE), são também a pátria de 44% dos desempregados do espaço europeu.

No final de Março, estes países da periferia tinham 11,6 milhões de desempregados (embora os dados para a Grécia digam respeito ao mês de Janeiro), uma fatia muito significativa dos 26,5 milhões de desempregados em toda a UE e mais de metade dos 19,2 milhões registados nos países do euro.

Os números foram ontem divulgados pelo Eurostat e mostram que o Dia do Trabalhador, que hoje se assinala, terá como pano de fundo um desemprego que teima em permanecer em níveis elevados, apesar de em alguns países se ter registado um recuo face ao ano passado e uma estabilização em relação a Fevereiro. Em Portugal houve um agravamento entre Março de 2012 e Março de 2013, mas a taxa estabilizou nos 17,5% nos três primeiros meses do ano.

Já a evolução face a Março de 2008 não deixa margem para dúvidas: o mercado de trabalho na generalidade dos países degradou-se para níveis nunca antes registados. A excepção é a Alemanha, que passou de uma taxa de desemprego de 7,9% para 5,4%.

As consequências de cinco anos de crise económica e financeira foram particularmente visíveis nos principais países da periferia. Todos os países que estão debaixo de um programa de resgate financeiro – Grécia, Irlanda, Portugal e Chipre – estão entre os que registaram aumentos mais significativos nas suas taxas de desemprego desde 2008.

Grécia e Espanha protagonizaram os agravamentos mais pronunciados (19,2 e 17,4 pontos percentuais, respectivamente), seguindo-se Chipre (10,3 pontos percentuais) e a Lituânia (9,5 pontos). Em quinto lugar surge Portugal, que registou um agravamento de 9,3 pontos percentuais, passando de uma taxa de desemprego de 8,2% em Março de 2008 para os 17,5% em 2013. Mas a Irlanda e os países do Leste europeu também figuram nos lugares cimeiros (ver infografia).

No caso de Portugal, as previsões mais recentes revelam que o emprego continuará a recuar e o desemprego permanecerá elevado nos próximos quatro anos. No Documento de Estratégia Orçamental ontem divulgado, o Governo prevê que as empresas continuarão a ter dificuldade em criar emprego e a recuperação do mercado de trabalho só começará a sentir-se – embora de forma ténue – em 2015. A taxa de desemprego vai continuar acima dos 18% e em 2017 ainda estará nos 16,7% (ver texto na página 4).

Portugal é, de resto, um dos exemplos do que têm sido os efeitos das políticas de austeridade defendidas por Bruxelas. E nem mesmo a aposta em generosas políticas de apoio ao emprego (que em alguns casos garantem mais de metade do salário do desempregado contratado) tem produzido efeitos.

A redução da procura interna e a dificuldade em aceder a financiamento deixam as empresas sem capacidade para contratar novos trabalhadores. Ontem, o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, dava conta de 12 mil desempregados contratados ao abrigo do programa Estímulo 2012, uma gota de água num universo de mais de 900 mil desempregados.

Jovens na linha da frente

Também o Impulso Jovem, programa que arrancou sob a alçada do ex-ministro Miguel Relvas, teve fracos resultados. A meta era de 90 mil, mas os últimos dados dão conta de 7500 candidaturas, sem que o Governo divulgue quantos jovens estão de facto já a efectuar estágios e a beneficiar dos apoios ao empreendedorismo.

 

Goldman impulsiona petróleo derrubando a economia de mercado

A queda das obrigações atirou as “yields” da Alemanha e Estados Unidos para máximos, o que continua a penalizar as bolsas europeias, que hoje perderam terreno pela quarta sessão. O petróleo recupera das perdas recentes devido à previsão optimista do Goldman Sachs.

Os mercados em números

PSI-20 desceu 1% para 5.606,88 pontos

Stoxx 600 perdeu 0,49% para 393,52 pontos

S&P 500 sobe 0,31% para 2.832,52 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos desceram 1,7 pontos base para 1,948%

Euro valoriza 0,62% para 1,2490 dólares

Petróleo ganha 0,54% para 69,26 dólares por barril, em Londres

 

Bolsas europeias agravam quedas com subida dos juros

As principais praças bolsistas europeias transaccionaram em queda pela quarta sessão consecutiva. Esta quinta-feira, 1 de Fevereiro, o índice de referência europeu Stoxx 600 negociou mesmo em mínimos de 4 de Janeiro, terminando o dia a resvalar 0,49% para 393,52 pontos.

Na Europa foi o índice alemão DAX a liderar as perdas, ao recuar perto de 1,5% numa altura em que voltam a aumentar as dúvidas sobre as possibilidades de sucesso da reedição da grande coligação.

 

Já o luso PSI-20 também registou o quarto dia seguido no vermelho ao desvalorizar 1% para 5.606,88 pontos.

 

A justificar as quedas verificadas na Europa está a perspectiva de que a subida da inflação – ontem foi divulgado que na Zona Euro os preços no consumidor caíram menos do que o esperado – continuará a provocar aumentos nos juros das obrigações de dívida, o que, por sua vez, está a contagiar os mercados accionistas.

 

Esta quarta-feira, a Reserva Federal dos Estados Unidos antecipou que a inflação na maior economia mundial vai subir nos próximos tempos.

 

Euro avança face ao dólar

Apesar de a Fed ter adoptado uma postura mais agressiva no que diz respeito à subida das taxas de juro, o dólar continuou a perder terreno face às principais divisas mundiais. O euro valoriza 0,62% para 1,2490 dólares, acumulando já uma subida de quase 5% este ano.

 

Juros da Alemanha e EUA em máximos

Os juros da dívida pública portuguesa registaram uma queda ligeira no mercado secundário. Os juros exigidos pelos investidores para trocarem dívida a dez anos desceram 1,7 pontos base para 1,948%.

 

Os juros portugueses aliviaram numa sessão em que as “yields” das obrigações e alemãs e norte-americanas fixaram novos máximos, depois de a Reserva Federal ter indicado que poderá voltar a subir a taxa de juro de referência em Março, uma vez que prevê uma subida da inflação.

 

As “bunds” alemãs a dez anos subiram 2,4 pontos base para 0,721%, o que representa o valor mais elevado desde Dezembro de 2015. Nos Estados Unidos a “yield” das obrigações a 10 anos fixaram um máximo de 2014, acima dos 2,75%.

 

Euribor a 6 meses recupera de mínimos

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno negativo pela primeira vez em 6 de Novembro de 2015, subiu 0,1 pontos base para -0,278%, depois de ontem ter atingido um mínimo histórico nos -0,279%. Já a Euribor a três meses voltou hoje a ser fixada pela quinta sessão consecutiva em -0,328%.

 

Previsão do Golman impulsiona petróleo

Depois de ter sido penalizado nas últimas sessões pela subida das reservas nos Estados Unidos, o petróleo negoceia em alta esta quinta-feira devido às estimativas “bullish” do Goldman Sachs para a matéria-prima. O banco de investimento vê a cotação do Brent nos 75 dólares no espaço de três meses e nos 82,50 dólares em seis meses, bem acima dos 62 dólares estimados anteriormente.

“O reequilíbrio do mercado petrolífero deverá ser alcançado seis meses mais depressa do que esperávamos anteriormente”, explica o Goldman Sachs, que diz que as condições para investir nas matérias-primas são as mais favoráveis desde 2008.

 

Em reacção a esta previsão, o Brent em Londres sobe 0,54% para 69,26 dólares e o WTI em Nova Iorque avança 1,05% para 65,41 dólares.