Tronsmart, a nova marca chinesa que se está a impor no mercado da tecnologia

Todos os dias observamos mudanças no universo da tecnologia, algumas delas muito ligeiras, outras fraturantes… mas o que é certo é que este universo não para e constantemente vemos novos players a sedimentar a sua posição.

Tronsmart é provavelmente um nome que nunca ouviu falar, mas que está associado à tecnologia móvel e aos acessórios quase indispensáveis à utilização do smartphone. A marca chinesa está a chegar ao mercado ocidental e já conta com uma grande oferta de produtos. Hoje damos-lhe a conhecer alguns deles.

Sempre que uma nova marca surge no mercado com uma vasta gama de produtos, ou apenas com produtos que se distinguem numa determinada área, é certo que a vamos tentar explorar um pouco melhor.

A Tronsmart é uma marca chinesa, pois claro, sediada em Shenzhen, que já está a atuar no mercado desde novembro de 2013. No seu início, a sua aposta era focada em boxes de TV, tendo depois sido alargada para acessórios de carregamento rápido e hoje já conta com uma oferta interessante de produtos de áudio.

 

Áudio

No áudio a Tronsmart oferece várias propostas de colunas Bluetooth, desde pequenos equipamentos à prova de água para levar para qualquer lugar, como a Tronsmart Element T4, até a opções mais robustas, como a Tronsmart Element Mega.

Esta Tronsmart Element Mega, por exemplo, tem Bluetooth 4.2, NFC, som digital 3D com tecnologia DSP e vem equipada com duas colunas subwoofer de alta fidelidade, capazes de reproduzir som com uma potência de até 40W.

A Tronsmart Element Mega pode ser adquirida em armazém espanhol, com um desconto de 5€ utilizando o código de desconto RPDCMYEX.

Ainda dentro da oferta dedicada ao áudio, a marca também oferece headphones e earphones para todas as necessidades, tudo com a componente sem fios.

 

Powerbanks

Nesta área os powerbanks com carregamento rápido a partir dos 10000 mAh (com Quick Charge 3.0) são opções muito interessantes. No entanto, são os powerbanks “inteligentes” que primam pela diferença. A marca dispõe de 4 opções com tecnologia VoltiQ, capaz de detetar qual a corrente necessária para cada tipo de dispositivo. Dentro desta oferta, alguns deles ainda permitem efetuar carregamento sem fios.

 

Carregadores & cabos

Carregadores com 3 portas USB, com carregamento rápido, com tecnologia VoltiQ, prontos a carregar tanto smartphones como computadores portáteis, com potencia até 48W, são as ofertas neste campo, seja para carregadores para a energia elétrica convencional ou para ligar ao isqueiro do carro… sim, carregadores de isqueiro com 3 portas USB, com Quick Charge 3.0 e potência de 42W, tudo num só!

Mas há mais. Tem ainda ofertas de docas de carregamento para secretária, com potência até 90W e ainda carregadores para carregamento sem fios.

Adaptadores USB Tipo-C para HDMI, RJ45, para USB… entre outras opções; cabos USB/microUSB; cabos USB Tipo-C; e cabos Lightning fecham o leque de produtos da marca.

Tal como referido inicialmente, a Tronsmart está a começar a apostar em força no mercado ocidental e prova disso é a parceira estabelecida com o jogador Luis Suárez, a jogar atualmente no FC Barcelona, que passa a ser a cara da marca e em específico da tal coluna Bluetooth Tronsmart Element Mega já referida, com uma edição limitada assinada pelo jogador.

China ajuda indústria têxtil alemã a crescer

A indústria têxtil alemã foi atingida cedo e com força pela concorrência dos produtos baratos da China. Hoje, as associações setoriais dos dois países trabalham juntas.

O salto econômico da China é apontado por muitos como o mais importante acontecimento do século 21. Nos últimos dez anos, o país experimentou um crescimento anual acima de 8%. O ingresso da China na Organização Mundial do Comércio (OMC), em meados de 2001, obrigou Pequim a obedecer às normas da instituição.

Somando-se a isso a barata mão-de-obra chinesa, fica fácil de entender por que a maior parte dos investimentos mundiais segue para o país. O outro lado da moeda é que, para muitos países, a China se transformou no mais intragável dos concorrentes, uma situação que atinge principalmente a indústria têxtil, setor em que os orientais são tradicionalmente fortes. Na Alemanha não foi diferente.

Produtos simples: alta concorrência

Para o presidente da Confederação alemã da Indústria Têxtil, Josef Beckmann, os problemas causados pela concorrência estão relacionados com o tipo de produto. “Se ele é muito simples e possui custos de mão-de-obra relativamente elevados, então há tempos ele já não tem mais boas chances de ser produzido na Alemanha”, afirma Beckmann. Muitas fábricas do setor foram fechadas devido ao grande número de importações da China. “Nesse tipo de produto nós sentimos fortemente a concorrência chinesa.”

O processo foi acelerado com o ingresso da China na OMC. O próspero país asiático vem inundando o mercado mundial com artigos têxteis baratíssimos. O rigoroso sistema de quotas para importação da organização, que atingiu principalmente os têxteis chineses, será revogado progressivamente até o final de 2004. Em contrapartida, a China vem diminuindo fortemente suas tarifas de importação, aumentando as chances para as exportações alemãs.

Qualidade com chances

Com isso, as vendas de produtos têxteis made in Germany para a China experimentaram no ano passado um crescimento de 48%. No primeiro semestre de 2003 a taxa de crescimento caiu devido ao enfraquecimento da demanda e à queda do dólar, mas ainda assim foi de 31%.

Segundo Beckmann, entre os têxteis exportados pela Alemanha predominam os tecidos especiais, em grande parte também destinados a fins técnicos. Entre as confecções, as roupas caras e modernas também encontram compradores, já que vem crescendo o percentual de chineses com alto poder aquisitivo.

“Cooperação controlada”

O maior mercado têxtil do mundo, com seus 1,3 milhão de consumidores, não é apenas interessante para as vendas – ele também atrai investimentos internacionais. Há dois anos, a China é para os empresários do setor têxtil o país número um para investimentos. Os artigos produzidos com a barata mão-de-obra local são exportados para a União Européia e para os Estados Unidos ou vendidos diretamente no mercado chinês.

Com a fraca conjuntura da Alemanha e a baixa procura no mercado interno, é previsível que os empresários do setor têxtil alemão se voltem ainda mais fortemente para a China. Neste sentido, a confederação acertou em julho último a cooperação com as duas principais associações chinesas do setor de roupas e tecidos. O objetivo, segundo Beckmann, é a “cooperação controlada”. Também está planejada a abertura de um escritório de contato na metrópole econômica Xangai.

Toshiba rende 15 mil milhões de euros com negócios de chips

A empresa japonesa vendeu parte da sua unidade de chips de memória flash a um consórcio do Grupo Bain Capital, do qual fazem parte a Apple, a Dell e a Hynix, entre outras. O negócio foi fechado depois de oito meses de negociações.

A Toshiba encontra-se em dificuldades financeiras por causa da desvalorização do seu negócio de energia nuclear nos Estados Unidos, precisando de capital até março para evitar que as suas ações sejam retiradas da bolsa de Tóquio.

Apesar da compra, que será feita através do Pangeia, um veículo financeiro criado especificamente para este negócio, ter a aprovação do governo japonês, ainda está sujeita à aprovação dos reguladores e a autorizações em matéria de segurança nacional.

Mas a Toshiba conta com mais um desafio: a oposição da empresa americana Western Digital – cuja filial SanDisk investe há vários anos em parceria com a tecnológica japonesa no desenvolvimento de cartões de memória – e que recorreu à justiça para impedir a venda da Toshiba Memory, segundo a Reuters.

A Toshiba vai ter 40,2% dos direitos de voto na unidade de chips e as quatro empresas de tecnologia dos EUA não compraram quaisquer ações nem têm direitos de voto.

O negócio também é importante para a Apple porque os chips fabricados pela Toshiba são um componente eletrónico que a empresa de Tim Cooks  usa em iPhones e iPads.

Piores níveis de poluição em montanhas chinesas

As autoridades chinesas estão a demolir montanhas e a planar centenas de quilómetros de terra para expandir cidades. Estes projetos estão a provocar consequências ambientais graves como a contaminação do ar e da água, a erosão do solo e inundações.

Num trabalho publicado na revista “Nature”, esta semana, três académicos chineses dizem que remover mais de 700 montanhas e destroços para criar 250 quilómetros quadrados de terra plana não foi considerado “ambientalmente, tecnicamente ou economicamente”.

Li Peiyue, Qian Hui and Wu Jianhua, investigadores da Universidade de Chang’an, na China, dizem: “Houve muita pouca modelagem dos custos e benefícios da criação de terras. Inexperiência e problemas técnicos atrasam projetos e aumentam custos e os impactos ambientais não estão a ser suficientemente considerados”.

O plano de arrasar 700 montanhas foi aprovado pelas autoridades regionais em agosto de 2012, após meses de preparação. Um dos maiores projetos começou em abril desse mesmo ano, em Yan’an, província de Shaanxi, onde o objetivo era duplicar a área da cidade nuns adicionais 78,8 quilómetros quadrados de terra.

O trabalho das escavadoras de uma das maiores empresas de construção da China, a Pacific Construction Group, já está a decorrer para a inauguração do projeto “Lanzhou New Area” em Lanzhou, província de Gansu. Este projeto de 3,52 mil milhões dólares (cerca de 2,59 mil milhões de euros) vai criar espaço para áreas residenciais para a atual população do norte da China.

As autoridades locais esperam que este projeto gere receitas milionárias a partir da venda ou arrendamento a longo prazo das novas terras.

Em Langzhou, o trabalho foi temporariamente interrompido devido aos níveis de poluição do ar causados pelas escavações, dado que o solo voa com o vento.

Em Shiyan, província de Hubein, a transformação de colinas em vales causou deslizamentos de terra, inundações e alterou os cursos da água. Apesar deste processo de remoção de montanhas já ter ocorrido anteriormente, esta é a primeira vez que acontece a esta escala.

Os autores do trabalho concluem que são necessários relatórios completos com os impactos ambientais, assim como uma avaliação económica de custos e benefícios deste projeto.

Índia começa a construir a maior estátua do mundo

 A Índia acaba de apresentar o seu Orçamento anual, que contém medidas para incentivar o crescimento e diminuir o deficit do país.

Mas um detalhe no Orçamento gerou insatisfação ao destinar US$ 34 milhões para construir uma estátua. E, surpreendentemente, o valor pode não ser suficiente: segundo um relatório da Scroll Índia, o valor real da obra é de US$ 415 milhões.

Se tudo ocorrer como planejado, será a maior estátua do mundo, com cerca de 182 metros de altura e terá ainda um museu, um centro de pesquisa e um aquário. Concebido como uma homenagem o sardar (chefe) Vallabhbhai Patel, um dos pais fundadores da Índia moderna, o projeto foi apelidado de “Estátua da União” e é considerado por seus defensores uma oportunidade de “imortalizar a História” do país.

Como comparação, a obra terá cinco vezes o tamanho do Cristo Redentor e duas vezes o da Estátua da Liberdade

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Os planos para a Estátua da União surgiram pela primeira vez em 2010, quando Narendra Modi, então ministro-chefe do estado de Gujarat e agora primeiro-ministro da Índia, anunciou a construção em uma ilha em frente à represa de Narmada. Modi disse na época que “quão mais alta for a estátua, mais a Índia será conhecida no cenário global”.

Patel foi, sem dúvida, uma figura importante para a Índia. O nativo de Gujarat foi um líder-chave durante o caminho do país para a independência e ajudou a unificar principados que eventualmente se tornaram a Índia. A reputação de Patel lhe deu o apelido de “Homem de Ferro da Índia”, e a estátua quer é refletir isso. Modi pediu aos moradores pobres de Gujarat que ajudassem a recolher sucata de metal para o projeto.

Espera-se que cerca de 5 mil toneladas de ferro possam ser coletadas, mas grande parte do metal colhido até agora é de má qualidade e não será usado.