Mulher mata assaltante em frente à escola da filha

Uma agente da polícia militar, que estava de folga, matou um homem armado em frente à escola onde a filha estuda no Brasil.

Segundo as autoridades, a senhora estava na escola para participar nas comemorações do Dia da Mãe,  quando reparou que o suspeito, de 21 anos, estava a ameaçar uma pessoa com uma arma. A mulher aproximou-se do homem e disparou três vezes. O suspeito, que estaria a fazer um assalto, ainda foi transportado para o hospital mas não resistiu aos ferimentos.

«Eu estava dentro do carro com a minha filha, que terminava de se arrumar para entrar na escola.» – disse a mãe ao Globo TV.

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra como foi o trajecto do homem, que seguiu a mulher que aparece nas imagens com uma roupa cinzenta, que estava acompanhada por uma criança com calças cor de rosa. O assaltante segue pela rua e a mulher e a criança, pela calçada.

O vídeo mostra que a mãe de uma aluna da escola, sacou a arma e disparou três tiros. O homem cai no chão e um vizinho da escola, que era policia, chegou ao local. A Polícia Militar ainda não informou se a acção estava de acordo com as normas da corporação. Veja o vídeo!

Sistema de vigilância capta assalto a loja com armas na mão no Brasil

Dois rapazes assaltaram hoje uma loja de com armas de fogo na mão e câmaras de vigilância registam o momento. As imagens podem ajudar a polícia a identificar os assaltantes.

Três pessoas foram vítimas de assalto com armas de fogo numa loja de conveniência em Brasília, no Brasil.  A loja fica precisamente junto ao Banco de Brasília, normalmente vigiado por patrulhas da polícia.

De acordo com as últimas informações da Polícia Militar do Distrito Federal, o assalto aconteceu numa das unidades da rede localizada no Gama Oeste e foi gravado por câmaras de segurança.

O vídeo regista a ação de dois homens, armados com revólveres. Um dos delinquentes revista um homem de camisa preta e leva-lhe os pertences.

As imagens das câmaras da loja de conveniência podem ajudar a identificar os assaltantes, que se mantêm em fuga

O outro, também armado, rende e assalta a funcionária e uma outra mulher, que era atendida na altura do crime. Diz a polícia local que os suspeitos «fugiram com telemóveis e outros pertences dos clientes da loja de conveniência.

Os dois assaltantes roubaram ainda vários produtos da loja de conveniência, que retiraram à vontade das prateleiras, e mais de 1200 euros em notas.

As autoridades mantêm a busca pelos assaltantes. As imagens recolhidas pelas câmaras de vigilância podem ajudar a identificá-los.

Confrontos na Colômbia afectam milhares de cidadãos

A resistência do exercito colombiano aos terroristas Los Pelusos aconteceram de 14 de Março e 30 de Abril. Los Pelusos impuseram uma greve armada que parou todas as actividades no país.

Os combates provocaram limitações à mobilidade e ao acesso a direitos essenciais a bens básicos e auxílios. Aproximadamente quatro mil indígenas da etnia Bari estão ameaçados de isolamento pela permanência dos confrontos e a participação de minas antipessoal, de munições que não explodiram e de bombas artesanais.

As Nações Unidas advertiram que a partir da próxima semana mais de 12 mil crianças e jovens estão impedidos de obter acesso à formação porque os espaços escolares estão ocupadas por deslocados. De acordo com as autoridades, Los Pelusos disputam o controlo do financiamento ilegal do tráfico de droga.

Catatumbo é das maiores localidades da Colômbia com plantações ilegais de cocaína. Na ordem da greve armada, 2000 polícias e militares foram encaminhado para esta região para reforçar os 6.000 efectivos já actuantes. A Colômbia tem se tornado dilacerada por conflitos que duram há mais de 50 anos, envolvendo forças paramilitares e forças armadas, que realizaram pelo menos oito milhões de vítimas, entre mortos, desaparecidos e deslocados.

Pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos em mínimos de 40 anos

Os novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos diminuíram para 240 mil, situando-se em mínimos nos últimos 40 anos.

Os novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos diminuíram em 5.000 na semana que terminou em 29 de julho, asicss neakers pas cher para 240 mil, face à semana anterior, situando-se em mínimos nos últimos 40 anos, foi divulgado esta quinta-feira. De acordo com dados do Departamento do Comércio norte-americano, Timberland Soldes a média dos novos pedidos de desemprego em Julho, que constitui um indicador mais fiável da evolução do mercado laboral do país, ugg france registou uma queda de 2.250 pedidos, para 241.750, soldes air max pas cher refere aquele organismo oficial em comunicado. nike tn pas cher homme No entanto, o número de pessoas que recebiam subsídios de desemprego permanentemente por não encontrarem trabalho elevou-se a 13.000 na semana que terminou em 29 de Julho, nike chaussure para 1,97 milhões, continuando abaixo da fasquia dos dois milhões há 17 semanas consecutivas. A taxa de desemprego nos Estados Unidos situou-se nos 4,4% em Junho, no nível mais baixo em quase duas décadas.

Escola de economia de Harvard e a líder em negócios

A Harvard Business School, ou HBS, como é conhecida, é a escola de negócios mais famosa do mundo.

Em suas salas de aulas já se formaram mais de 76.000 alunos de 167 países, incluindo nomes como os dos políticos George W. Bush, Mitt Romney e Michael Bloomberg.  Outra ex-aluna notável é Sheryl Sandberg, CFO do Facebook e autora do livro “Lean on”. Nos principais rankings de MBAs, como o da revista Financial Times, a HBS é líder absoluta.

A instituição é rigorossíma no seu processo de seleção: em 2014, dos 8.963 candidatos, apenas 13% foram aceitos e, em 2015, dos 9.543 interessados, somente 12% conseguiram uma vaga. A universidade é destaque na área de pesquisa de negócios: somente em 2014, os docentes publicaram 18 livros e mais de 190 artigos.

No campus, há mais de 70 clubes ou organizações das mais diversas áreas (aviação, design, golfe e sociedade islâmica são alguns exemplos). Para auxiliar os estudantes, há um sistema chamado de Career Leader, uma espécie de coach de carreira, em que já se consultaram mais de 90% dos alunos.

Como fazer negócios nos Estados Unidos

Devido à crise econômica e política no país, cada vez mais empreendedores brasileiros tem encontrado oportunidades de investimentos no exterior.

Por isso, neste artigo apresentaremos as melhores práticas e dicas para as companhias brasileiras que desejam expandir e potencializar seus negócios nos Estados Unidos. Acompanhe a seguir:

– Resultados são muito relevantes nos Estados Unidos. Se você estiver fazendo negócios no país, lembre-se de vender suas ideias, objetivos e conquistas.

– Os Estados Unidos possui uma cultura individualista. Sendo assim, cada herói empreendedor é muito venerado no país. Como exemplo, podemos citar Mark Zuckerberg (Facebook) e Steve Jobs (Apple). Compare com o Brasil: quantos empresários famosos você consegue citar no momento? No Brasil, a cultura de coletividade é mais presente.

– Diferentemente do Brasil, os EUA possui uma cultura orientada de curto prazo. Em outras palavras, os resultados deste ano tem mais importância do que em um período de 10 anos em seu negócio. Portanto, as estratégias de curto prazo pesam mais do que as considerações de longo prazo. A ideia “tempo é dinheiro” é muito forte na cultura norte-americana.

– Em muitos países, as opiniões dos funcionários são muito valorizadas e espera-se que sejam dadas e ouvidas. Na cultura dos EUA, muitas vezes há um fórum aberto para o debate, porém, normalmente é o chefe que dá a palavra final e toma a decisão. Portanto, se você estiver em reunião com um chefe norte-americano, não se surpreenda se ele tomar uma decisão sem consultar o resto da equipe de trabalho.

– A cultura norte-americana tende a valorizar mais os generalistas do que os especialistas. Nos Estados Unidos, resultados e experiências são muito reconhecidos, assim como o histórico, idade e conexões.

– A cultura organizacional nos Estados Unidos é confortável com a incerteza. Por exemplo, a agenda para uma reunião é um ponto de partida para uma discussão e não precisa ser algo engessado. Essa tranquilidade com a incerteza significa flexibilidade e adaptação rápida com mudanças, o que é algo muito valorizado no país.

– As horas de trabalho nos Estados Unidos tendem a ser mais longas do que no Brasil. Sendo assim, uma reunião no café da manhã às 7h pode ser comum, assim como uma reunião no jantar às 20h. Os norte-americanos também tendem a ter menos dias de férias do que os brasileiros.

– Se um norte-americano perguntar “Como você está?”, simplesmente responda “Estou bem, obrigado. E você?” mesmo que isso não seja verdade. Essa é uma importante saudação que faz parte da etiqueta profissional.

– A maioria das indústrias nos Estados Unidos tem regras de conduta muito claras e definidas. É crucial saber como as coisas funcionam no seu segmento. Por exemplo, você deverá estar muito atento às normas e prazos dos seus fornecedores.

– Fazer negócios nos Estados Unidos é mais fácil do que em outros países como o Brasil. É incrivelmente fácil para startups aproveitarem o clima empreendedor e surgirem como um negócio grande e maduro desde o primeiro dia de operação.

– Muitas vezes, empreendimentos possuem apenas uma oportunidade para o sucesso. Frases como “eu não tenho” e “não podemos fazer isso”são inaceitáveis em negócios nos Estados Unidos. As empresas devem entregar o que foi prometido. Um único prazo ou objetivo perdido já pode ser motivo suficiente para os principais colaboradores e parceiros procurarem outro negócio.

– Antes de expandir as operações da sua empresa nos Estados Unidos, procure um apoio especializado para o processo de internacionalização. O Hub55 oferece suporte completo para o desenvolvimento de empresas brasileiras em Connecticut – EUA. Para mais informações, acesse a página do projeto Hub55.

Goldman impulsiona petróleo derrubando a economia de mercado

A queda das obrigações atirou as “yields” da Alemanha e Estados Unidos para máximos, o que continua a penalizar as bolsas europeias, que hoje perderam terreno pela quarta sessão. O petróleo recupera das perdas recentes devido à previsão optimista do Goldman Sachs.

Os mercados em números

PSI-20 desceu 1% para 5.606,88 pontos

Stoxx 600 perdeu 0,49% para 393,52 pontos

S&P 500 sobe 0,31% para 2.832,52 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos desceram 1,7 pontos base para 1,948%

Euro valoriza 0,62% para 1,2490 dólares

Petróleo ganha 0,54% para 69,26 dólares por barril, em Londres

 

Bolsas europeias agravam quedas com subida dos juros

As principais praças bolsistas europeias transaccionaram em queda pela quarta sessão consecutiva. Esta quinta-feira, 1 de Fevereiro, o índice de referência europeu Stoxx 600 negociou mesmo em mínimos de 4 de Janeiro, terminando o dia a resvalar 0,49% para 393,52 pontos.

Na Europa foi o índice alemão DAX a liderar as perdas, ao recuar perto de 1,5% numa altura em que voltam a aumentar as dúvidas sobre as possibilidades de sucesso da reedição da grande coligação.

 

Já o luso PSI-20 também registou o quarto dia seguido no vermelho ao desvalorizar 1% para 5.606,88 pontos.

 

A justificar as quedas verificadas na Europa está a perspectiva de que a subida da inflação – ontem foi divulgado que na Zona Euro os preços no consumidor caíram menos do que o esperado – continuará a provocar aumentos nos juros das obrigações de dívida, o que, por sua vez, está a contagiar os mercados accionistas.

 

Esta quarta-feira, a Reserva Federal dos Estados Unidos antecipou que a inflação na maior economia mundial vai subir nos próximos tempos.

 

Euro avança face ao dólar

Apesar de a Fed ter adoptado uma postura mais agressiva no que diz respeito à subida das taxas de juro, o dólar continuou a perder terreno face às principais divisas mundiais. O euro valoriza 0,62% para 1,2490 dólares, acumulando já uma subida de quase 5% este ano.

 

Juros da Alemanha e EUA em máximos

Os juros da dívida pública portuguesa registaram uma queda ligeira no mercado secundário. Os juros exigidos pelos investidores para trocarem dívida a dez anos desceram 1,7 pontos base para 1,948%.

 

Os juros portugueses aliviaram numa sessão em que as “yields” das obrigações e alemãs e norte-americanas fixaram novos máximos, depois de a Reserva Federal ter indicado que poderá voltar a subir a taxa de juro de referência em Março, uma vez que prevê uma subida da inflação.

 

As “bunds” alemãs a dez anos subiram 2,4 pontos base para 0,721%, o que representa o valor mais elevado desde Dezembro de 2015. Nos Estados Unidos a “yield” das obrigações a 10 anos fixaram um máximo de 2014, acima dos 2,75%.

 

Euribor a 6 meses recupera de mínimos

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno negativo pela primeira vez em 6 de Novembro de 2015, subiu 0,1 pontos base para -0,278%, depois de ontem ter atingido um mínimo histórico nos -0,279%. Já a Euribor a três meses voltou hoje a ser fixada pela quinta sessão consecutiva em -0,328%.

 

Previsão do Golman impulsiona petróleo

Depois de ter sido penalizado nas últimas sessões pela subida das reservas nos Estados Unidos, o petróleo negoceia em alta esta quinta-feira devido às estimativas “bullish” do Goldman Sachs para a matéria-prima. O banco de investimento vê a cotação do Brent nos 75 dólares no espaço de três meses e nos 82,50 dólares em seis meses, bem acima dos 62 dólares estimados anteriormente.

“O reequilíbrio do mercado petrolífero deverá ser alcançado seis meses mais depressa do que esperávamos anteriormente”, explica o Goldman Sachs, que diz que as condições para investir nas matérias-primas são as mais favoráveis desde 2008.

 

Em reacção a esta previsão, o Brent em Londres sobe 0,54% para 69,26 dólares e o WTI em Nova Iorque avança 1,05% para 65,41 dólares.