50 dicas para a sua primeira viagem a Nova York

Nova York é uma das cidades mais visitadas pelos turistas e certamente uma das mais espectaculares do mundo. São tantas coisas diferentes para ver e fazer na cidade, tanta coisa interessante para visitar, que é mais do que natural que um marinheiro de primeira viagem fique em dúvida por onde começar sua programação.

A realidade é que a Big Apple é uma cidade enorme, cheia de opções e com atrações novas a cada dia; não vai ser em uma semana ou até mesmo um mês que irá conhecê-la por inteiro. Mesmo quem vive na cidade se surpreende seu poder de se reinventar, de oferecer mais opções de entretenimento e novos restaurantes. Sempre tem alguma novidade, algum evento, um novo espetáculo, uma feira… Além disso, cada estação do ano tem um encanto especial e toda nova viagem à cidade é motivo para se apaixonar cada vez como a primeira.

Temos um guia completo sobre a cidade; com dicas sobre onde ficar em Nova York, o que fazer, onde comer, como entender o metro e muito mais; mas pensando em quem nunca esteve por lá, elaboramos um post com dicas essenciais para quem visita a selva de pedra pela primeira vez.

Aqui encontrará dicas sobre aqueles programas clássicos a se fazer na cidade e alguns não tão clássicos, mas que são muito bons. Nossa sugestão é que saiba o que cada ponto de interesse oferece e então monte sua programação com aquilo que tem a ver mais com aquilo que gosta de fazer.

O que ver e fazer

1 – Passear no Central Park: Uma viagem à NY pede um passeio no Central Park independente da época do ano em que viaje. É o parque mais famoso do mundo e fica no coração da cidade! É como um sopro de ar fresco e um encontro com a natureza em meio a uma das cidades mais movimentadas do mundo, como perder isso? O parque é enorme e pode render horas de caminhadas; entre os lugares que não deve perder durante a visita podemos citar O Great Lawn, onde há barquinhos para alugar e passear no lago, o Conservatory Garden, que fica incrível na primavera; o Strawberry Fields, onde foi feita uma homenagem a John Lennon, e a área do Sheep Meadows, ideal para tomar um sol e fazer um piquenique.


2 – Ver a Estátua da Liberdade e Ellis Island:

Maior símbolo dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade é uma representação de liberdade e esperança aos milhares de imigrantes que chegaram à América a procura de uma vida melhor. A estátua de 93 metros de altura fica na baía de Nova York, em Liberty Island, e pode ser conhecida em um passeio de barco que parte do Battery Park.

O passeio que leva à estátua também vai à Ellis Island, uma ilha vizinha que hoje abriga um museu dedicado à história da imigração no país e ao processo de chegada dos imigrantes. A visita é interessante para quem gosta de história e oferece uma vista linda para Manhattan. Reserve ao menos 4 horas para fazer esse passeio por inteiro e procure comprar seu ingresso pela Internet para evitar filas na hora da compra. As filas para embarcar no ferry que vai à ilha e para passar no controle de segurança são inevitáveis, por isso não espere fazer o passeio correndo.

Se não quer perder muito dinheiro e uma imagem da Liberdade Iluminando o Mundo (nome original da Estátua), a dica é pegar o ferry gratuito que vai para Staten Island, que também oferece vista da estátua.


3 – Ir à Times Square:

O Encontro da Broadway com a Sétima Avenida, mais conhecido como Times Square, é um dos pontos mais conhecidos de Nova York e um lugar imperdível a se visitar ao menos uma vez durante a viagem. Claro que já deve ter visto a Time Square em alguma foto, filme ou seriado; mas a sensação de estar no lugar é incrível! São tantos letreiros iluminados, tanta gente, tanta informação e ver isso tudo ao vivo é ainda mais impressionante. Visite-a durante o dia ou durante a noite, que mesmo sem a luz solar acaba parecendo o dia tamanha a iluminação dos letreiros, o importante é incluir no roteiro um dos pontos turísticos mais famosos do mundo. Para completar o programa, suba a escadaria da TKTS para tirar algumas fotos!

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4 – Admirar a vista panorâmica do «Empire State Building» ou do «Top of the Rock»:

A quantidade de edifícios em Manhattan é extraordinária e outro programa clássico quando na cidade é admirar a paisagem de um ponto panorâmico. Para isso, inclua no roteiro uma visita a um dos dois principais observatórios de Nova York, o Empire State ou o Top of the Rock, que fica no GE Building, edifício do Rockefeller Center

O local mais popular é o emblemático Empire State, que aparece no filme de Hong Kong e que chama atenção por sua arquitetura, mas eu diria que a vista do Top of the Rock é mais bonita porque dele é possível ver o Central Park e o próprio Empire State. A escolha é pessoal e a vista de ambos os observatórios é sensacional. Nossa sugestão é ir a qualquer dos dois edifícios no fim da tarde para ver a cidade com a luz do sol, ficar para o pôr do sol e depois admirar os edifícios se iluminando ao anoitecer. Não se esqueça de comprar os ingressos pela internet, assim também dá para evitar filas.

 


5 – Passar no Grand Central Terminal:

É aquela estação de trens histórica de Nova York que ainda hoje continua em pleno vigor. É uma estação enorme e que tem tantas plataformas de embarque que é considerada uma das maiores do mundo. Além de pegar um metro aqui, visite a praça de alimentação, que tem ótimas opções de comida; o mercado, indicado para comprar um lanche; e o salão principal, que tem uma pintura linda no teto e uma bandeira gigante dos Estados Unidos.

Картинки по запросу Grand Central Terminal madagascar E é a tal estação para onde os 4 amigos de «Madagáscar»(2005) fugiram de Zoo e onde foram apanhados pela policia de NY. Картинки по запросу Grand Central Terminal madagascar


6 – Atravessar a Brooklyn Bridge:

Inaugurada em 1883, a ponte do Brooklyn já foi considerada uma das maiores pontes suspensas do mundo. Ela liga Manhattan ao Brooklyn e fica acima do East River. Ela é um dos pontos turísticos mais visitados de Nova York e um lugar que está sempre cheio de gente. São cerca de 1.800 metros de extensão, que podem ser feitos tanto a pé, quanto com bicicleta (há uma ciclo-faixa) ou de carro. É um lugar belíssimo para ver o nascer e o pôr do sol!

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7 – Andar na Quinta Avenida:

A Quinta Avenida, ou Fifth Avenue, é uma das vias mais importantes da ilha de Manhattan e certamente um local que você acabará passando vez ou outra ao caminhar pela cidade. Ela divide Manhattan em leste e oeste e tem edifícios comerciais, museus, casarões antigos e muitas lojas de grifes luxuosas. É um ótimo local para fazer compras porque nela você encontrará desde lojas populares às mais requintadas!

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8 – Fazer um passeio de barco em Manhattan:

Um passeio de barco por Manhattan é o programa perfeito para um dia de sol! Há diversos trajetos diferentes de barco, desde os passeios mais básicos aos mais exclusivos e com ele você pode ver Nova York de um ângulo diferente. É um passeio muito bonito e para quem quiser fugir um pouco do habitual, dá para fazer um brunch ou jantar no barco.


9 – Assistir a um espetáculo da Broadway: Os espetáculos da Broadway são outro programa característico de Nova York e uma ótima alternativa para quem gosta de eventos culturais. A quantidade de espetáculos em cartaz é enorme e entre os mais tradicionais estão O Fantasma da Ópera, O Rei Leão, Wicked e Mamma Mia! A produção e cenário dos espetáculos é encantadora e, para quem gosta, os espetáculos são programas para ir várias e várias vezes.

Como os espetáculos da Broadway têm muita qualidade, eles não são uma pechincha. Porém, há algumas boas dicas para economizar. A primeira delas é ir aos pontos de venda da TKTS, que vendem ingressos com desconto – nossa sugestão é não ir ao ponto de vendas da Times Square porque esse está sempre lotado, vá ao do Brooklyn ou South Street Seaport, que têm menos gente. canada goose beige Outra dica, e que pode representar uma economia ainda maior, é tentar ser “sorteado” na loteria de bilhetes.

Theater District

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Nossa sugestão é que vá aos espetáculos se realmente gosta desse tipo de programa. Tem gente que vai pela “obrigação” e acaba não gostando tanto porque como eles têm cerca de duas horas de duração, pode ser um pouco cansativo para quem não é fã.


10 – Ir ao Rockefeller Center:

O centro empresarial reúne lojas, restaurantes, edifícios e áreas de lazer. É nele que fica o Top of the Rock, observatório com uma vista espetacular de Manhattan, e onde, há uma pista de patinação muito movimentada durante o inverno. É um bom lugar para passear, fazer algumas compras e tirar fotos!

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11 – Visitar o Ground Zero:

Ground Zero foi o nome que recebeu a área onde ficavam as antigas torres gémeas atingidas pelo ataque de 11 de Setembro 2001. Hoje em dia um novo World Trade Center já foi construído, além de um memorial em homenagem às vítimas. Em 2014 também foi inaugurado o 9/11 Memorial Museum, um museu que retrata detalhes do ataque aos edifícios.

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12 – Acompanhar o calendário de eventos durante sua estadia:

NY é a casa de diversos eventos, shows musicais, jogos, feiras… por isso, antes de viajar, acompanhe quais serão os eventos que acontecerão enquanto você estiver por lá, de forma que você consiga se programar e comprar ingressos com antecedência. Pode ir a um jogo de hockey ou a um show daquele artista que ainda não teve oportunidade de assistir ao vivo.


13 – Ir a um rooftop:

Já ouviu falar dos rooftops? Em algumas cidades ir ao terraço em cima de um edifício é um ótimo programa, principalmente para aproveitar a noite. A Big Apple tem rooftops com vistas sensacionais e eles ficam fervendo de gente, principalmente no verão. nike air presto Nossas sugestões de roofttop são o rooftop do MET, o 230 Fifth e o Le Bain, que tem um fim de tarde lindíssimo!


14 – Fazer um brunch aos domingos:

Brunch é a mistura de breakfast (café da manhã) com lunch (almoço) e é um programa muito tradicional em NY, principalmente aos domingos. Aproveite o fim de semana para fazer um brunch em um restaurante, vários deles têm um cardápio especial. Boas ideias para o brunch são os restaurantes Balthazar e Sarabeth’s.


15 – Passar um dia de sol em Coney Island:

Coney Island é um programa para um dia todo, ideal para fugir um pouco dos programas mais badalados. O local fica no Brooklyn, a cerca de 1 hora de Manhattan, e é onde fica o Luna Park, um parque antigo que tem brinquedos clássicos e outros radicais. Coney Island tem uma praia e um píer bem agradáveis para um passeio e é onde acontece a grande competição do Nathans’s, de quem come mais cachorros quentes – um competidor já chegou a comer 69 cachorros quentes, acredite se quiser.

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16 – Ver o pôr do sol do Brooklyn Bridge Park ou Hudson Park:

Esses parques nem são daqueles pontos que todo mundo visita quando vai à Nova York, mas são passeio tão gostosos e geralmente tranquilos comparado a outros, que vale uma visita para quem quer relaxar. Aliás, Nova York é uma cidade onde você sempre encontrará muita gente, muita fila, então locais assim são bacanas para descansar mesmo. Ambos oferecem uma bela vista para o pôr do sol – o Brooklyn Bridge Park fica no East River e tem uma vista linda de Manhattan, e o Hudson River Park, fica no Hudson River, virado para Jersey City. Não tão sossegado, mas igualmente bonito é o High Line, um parque suspenso construído em uma antiga linha de trem.

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17 – Assistir a um show de jazz ou blues:

Duas alternativas para curtir a noite ao som de uma boa música são o B.B King Blues Club e o Blue Note. As casas costumam ter shows com música ao vivo e o B.B King tem duas salas com shows diariamente!

Картинки по запросу Blue NoteКартинки по запросу B.B King Blues Club


18 – Curtir a vida noturna no Meatpacking District:

A área do Meatpacking é ideal para curtir a noite. Aqui estão vários restaurantes bacanas, além do Biergarten, um bar alemão indicado para os amantes de cerveja; o Le Bain, que mistura rooftop e boate e a boate Catch. Pertinho dali também fica o Spotted Pig, um bar com uma decoração bem diferente e que tem comidas ótimas.

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Museus

19 – MET:

O Metropolitan Museum of Art, ou apenas MET, é um dos principais pontos turísticos de NY e um dos mais importantes museus do mundo. Ele é enorme e tem coleções com abordagens variadas, como a área dedicada às obras europeias, cultura egípcia, arte asiática, arte medieval etc. São tantos temas diferentes que ao menos um deles deve interessá-lo; e se você não for fã de museus, a visita ao MET vale a pena mesmo assim porque ele também oferece uma ótima vista de seu rooftop. O valor sugerido para entrada é de $25, mas assim como outras atrações da cidade, o valor é sugerido, uma doação, e na verdade você pode pagar o quanto desejar para entrar.


20 – American Museum of Natural History:

Mais um dos museus incríveis da cidade, o Museu de História Natural é o tão famoso onde foram gravadas cenas do filme Uma Noite no Museu. moncler Doudounes É nele que você encontrará esqueletos de dinossauros gigantes e uma coleção de pedras preciosas. tn nike Anexo ao museu fica o Rose Center for Earth and Space, que tem exposições relacionadas à Terra e ao espaço, como o planetário Hayden. Esse museu também tem apenas um valor sugerido para a entrada, mas algumas áreas são restritas para quem compra as exibições (uma ou mais delas).

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21- Solomon Guggenheim:

Interessante não apenas pelo seu conteúdo como também pela arquitetura, o Guggenheim é um museu em que grande parte de seu conteúdo é de exposições temporárias (então vale ficar de olho na exposição em cartaz durante sua viagem) e que também tem uma coleção permanente pequena e super valiosa. Na sala de obras permanentes você encontrará obras de Cézanne, Gauguin, Van Gogh, Picasso e Monet. A entrada custa $22 e aos sábados entre 17h45 e 19h45 paga-se o quanto quiser pela visita.

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22 – MoMa

O Museu de Arte Moderna de Nova York é mais um dos programas culturais que tem grande apelo turístico. Aqui você encontrará exibições temporárias e permanentes e obras de artistas mundialmente conhecidos como Picasso, Monet, Frida Kahlo, Dalí e Andy Warhol. A obra mais procurada no lugar e que está sempre cercada por visitantes é “A Noite Estrelada”, de Van Gogh. Se o tempo permitir, visite o jardim de esculturas, na área aberta do museu. A entrada custa $25, porém, às sextas-feiras, entre 16h e 20h, a entrada é gratuita.


23 – 9/11 Memorial Museum:

Inaugurado em 2014, o 9/11 Memorial Museum é um museu dedicado exclusivamente ao atentado às torres gémeas do World Trade Center. Um pouco polémico e muito triste, o museu homenageia as vítimas do atentado. Ele tem um acervo realmente incrível e uma quantidade de objetos a respeito das vítimas e dos edifícios que impressiona, mas é uma visita impactante e que deixa muita gente emocionada. A entrada custa $24 e é necessário marcar um dia e horário para entrar.

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Compras

Tudo bem que o dólar não está lá essas coisas para fazer compras, mas quem resiste a umas comprinhas? A oferta e quantidade de lojas com produtos de qualidade por baixos preços é tão grande que a gente acaba comprando mais do que realmente precisa. Além das já citadas Times Square e Fifth Avenue, confira abaixo algumas boas opções de compras na cidade


24 – Herald Square:

A Herald Square é uma praça localizada entre a 34th St e 35th St e a Avenue of the Americas. O que chama atenção no local é a quantidade de ótimas lojas. Nos arredores da Herald Square e Penn Station estão lojas como a H&M, GAP, Uniqlo, Aeropostale, Zara, Sephora, Forever 21, Duane Reade etc, além da Macy’s, que é gigante!

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25 – Macy’s:

Ela é a loja de departamento mais famosa dos Estados Unidos e na 34th St fica a maior loja da Macy’s, que também é considerada a maior loja do mundo! A loja possui 11 andares e cada um tem um foco distinto; tem um andar com cosméticos, um andar com acessórios, roupas femininas, roupas masculinas, calçados, malas e assim vai. É um lugar enorme e em que você encontra de tudo um pouco. Estrangeiros que apresentam o documento de identificação expedido fora dos EUA ganham 10% de desconto.

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26 – Century 21:

Uma outra loja de departamento, mas que diferente das outras é especializada em vender produtos com desconto. Nela você encontra produtos de ótimas marcas, mas com preços muito melhores do que os das lojas convencionais. É o lugar ideal para começar a fazer suas compras… você passeia pela Century 21, vê o que ela pode oferecer, se gostar de algo leva pra casa e se não gostar pode explorar os outlets que ficam mais distantes da área central de NY.

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27 – Jersey Gardens:

A cerca de 27km de Manhattan, o Jersey Gardens é uma das melhores opções para quem está em Nova York, quer fazer compras e economizar. O centro comercial se parece com os shoppings brasileiros, com o diferencial de que muitas de suas lojas são de outlets, aquelas lojas que vendem produtos por preços mais em conta do que o valor regular. É possível chegar ao Jersey Gardens com ônibus e apresentando um documento brasileiro você ainda ganha um livrinho de descontos para utilizar em algumas lojas. Outra vantagem é que por ficar em New Jersey, produtos como calçados estão isentas de imposto, que em NY são de 8,875%.


28 – Woodbury Common Premium Outlets:

Outra grande opção de outlet para quem pretende economizar, o Woodbury é um outlet a céu aberto e com lojas mais chiques, por assim dizer. É aqui que você vai encontrar lojas de grife como Balenciaga, Burberry, Chloé, Prada etc. Também é possível chegar ao Woodbury de ónibus, mas ele está a cerca de 75km de NY, portanto a viagem é um pouco mais longa. Reserve um dia todo para ir ao Woodbury e se for de ónibus, apresente sua passagem no centro de informações que o livrinho de descontos sai de graça.

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29 – Visitar as incríveis farmácias de NY:

Walgreens, CVS Pharmacy e Duane Reade – Quem não está acostumado até acha um pouco estranho fazer compras em farmácia, acontece que as farmácias dos Estados Unidos são muito mais do que lugares para comprar apenas medicamentos. Elas são uma mistura de farmácia com mercado e tem uma variedade enorme de maquiagens, cosméticos, produtos para bem-estar, revistas, lembranças e até comida. Nem é preciso se esforçar para encontrá-las porque estão por todo lugar.

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30 – SoHo:

Para quem procura lojas populares ou de designers renomados, o SoHo é uma área ótima para compras e ainda tem a vantagem de ser um local cheio de charme e com ótimos restaurantes. É um ótimo lugar para almoçar e depois fazer umas comprinhas.


31 – B&H Photo Video:

Um paraíso para quem precisa comprar electrónicos, a B&H é uma das melhores lojas desse segmento no país. Por lá você encontrará uma enorme variedade de produtos e geralmente vendedores atenciosos, que muitas vezes falam português. A loja tem um sistema de transporte de mercadoria interessante; quando estiver por lá, olhe para o teto e irá entender. 😉

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32 – Uniqlo:

Vai para os Estados Unidos e não sabe como vai se virar com o frio? A primeira coisa a saber é que você deve se vestir por camadas – mais camadas de roupa quando estiver ao ar livre e quando estiver em um local aquecido você tira as camadas para ficar mais confortável. Além dos outlets acima citados, que são ótimos para encontrar roupas de frio por um preço camarada, nossa sugestão é visitar a Uniqlo, uma empresa japonesa que tem várias lojas nos States. O custo-benefício dos produtos da Uniqlo é muito bom e aqui você pode encontrar segunda pele térmica e casacos da linha Ultra Light Down que são leves e eficientes contra o frio.


33 – Apple:

Em Nova York, mais precisamente na Quinta Avenida, fica uma das lojas mais conhecidas da Apple. Quando algum novo produto é lançado pela marca, as pessoas começam a fazer fila do lado de fora da loja vários dias antes! Vale passar na frente parar tirar uma foto ou visitá-la, mas provavelmente você encontrará menos gente na loja de Chelsea, que é mais tranquila.

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34 – Mais lojas:

Marshalls, Burlington, Bloomingdale’s, Saks Fifth Avenue, Bed Bath & Beyond, Best Buy são algumas das grandes redes de lojas em que você encontrará em Nova York. Essas lojas são enormes e dentro de sua proposta vendem uma grande variedade de produtos.

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Onde Comer

35 – Eataly: O mercado italiano presente em algumas cidades do mundo está também na selva de pedra. Esse é um lugar indicado para qualquer hora do dia! Aqui você pode comprar algumas frutas, almoçar uma pizza, curtir uma cerveja no rooftop ou tomar um vinho acompanhado de frios durante a noite. O sorvete é excelente e uma ótima ideia para os dias quentes e o Nutella Bar tem todos os seus produtos feito com o creme de avelã; o aroma é irresistível! Vá e se encante!


36 – Chelsea Market:

Ocupando um quarteirão inteiro de Chelsea, esse mercado é ótimo para quem quer encontrar várias opções de comida no mesmo lugar. O mercado tem vários estabelecimentos e ótimos restaurantes, como o Giovani Ranna, de massas, e o Lobster Place, onde as lagostas e sashimis são super frescos! Indo ao Chelsea Market inclua também no roteiro um passeio pelo High Line, um parque suspenso que fica em uma antiga linha de trem.

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37 – Carnegie Deli:

O sanduíche de pastrami é uma iguaria que se você não conhece, devia conhecer… e Nova York é o lugar certo para degustar um deles. Entre as opções mais famosas da cidade estão o Carnegie’s e o Katz’s; ambos com sanduíches maravilhosos e enormes!


38 – Carmine’s:

Lembrado pelos seguidores do nosso Instagram como um local imperdível para comer em Nova York, o Carmine’s é um restaurante de comida italiana com pratos muito, muito bem servidos. Ele é ideal para quem está em grupo, porque o custo-final da refeição é excelente.

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39 – Shake Shack:

Se assim como nós do MD, adora um hambúrguer saboroso, aceite nossa sugestão e vá ao Shake Shack. A rede começou no Madison Square Park e hoje já tem lojas em outros países. A fila nunca é pequena, mas a espera vale a pena! Pode agradecer a gente depois! 😉 Outras opções de hambúrguer são o Burger Joint, Five Guys e Johnny Rockets.


40 – Whole Foods Market:

Quem disse que só se come besteiras nos Estados Unidos? Essa ideia de que os americanos comem mal já não é bem verdade e prova disso é o êxito do Whole Food Markets, um mercado de produtos orgânicos que tem algumas lojas em Nova York. O lugar tem muitos pratos para viagem e você pode fazer seu almoço no melhor estilo novaiorquino: comprar a comida, sentar em um parque e desfrutá-la!

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41 – Halal Guys:

Simples, gostoso e barato – essa é a política do Halal Guys, um carrinho de comida de rua que conquistou Nova York. Vários carrinhos tentam imitá-los, mas o Halal é sempre aquele onde a fila para conseguir a refeição é grande. O prato não tem o menor glamour, é composto de carne, salada e arroz; servido em uma marmita, que as pessoas comem em talheres de plástico. Se quiser comer barato, vale a visita.


42 – Magnolia Bakery:

A Magnolia Bakery ganhou notoriedade com o seriado Sex and the City e algumas pessoas garantem que ela tem os melhores cupcakes da cidade. newbalance pas cher Se são os melhores eu não sei, mas para quem gosta de doces, vale a pena fazer uma visita. Outras opções para quem quer comer um bom doce são a Cake Boss Cafe (do Buddy Valastro, aquele chef que tem um programa de tv e que faz bolos monumentais), a Dominique Ansel Bakery (que tem tantas coisas gostosas que não dá nem para dizer o que é melhor) e a Levain Bakery (imperdível para quem gosta de cookies).


43 – Red Lobster, Bubba Gump Shrimp, Olive Garden:

Essas redes de restaurantes são conhecidas não apenas em Nova York como também em outros países. São lugares que costumam agradar muitos aos turistas porque oferecem um bom custo-benefício e é uma escolha “segura”, que não dá para errar. O Red Lobster é ótimo para comer lagostas, o Bubba Gump para comer camarões e o Olive Garden para comida italiana.

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Outras dicas

44 – Entendendo a ilha de Manhattan:

Para ajudar no deslocamento, vale entender como a cidade funciona, mais precisamente a ilha de Manhattan, que é onde estão a maior parte dos pontos turísticos.

Manhattan está dividida em ruas e avenidas. As ruas cortam Manhattan horizontalmente e “crescem” do sul para o norte da cidade, enquanto as avenidas cortam Manhattan verticalmente e crescem de leste para oeste. Tudo aquilo que fica entre a Quinta Avenida e o East River, é considerado o east side de Manhattan, e o que fica entre a Quinta Avenida e o Hudson River, é considerado o west side. Uptown é a área acima da 59th St, Midtown a área entre a 14th St e 59th St; Downtown a área abaixo da 14th St.


 

45 – Transporte público:

Use o transporte público, não é necessário alugar carro! O metro da cidade não é o mais bonito do mundo, mas é eficiente! Com ele você pode ir para diversos lugares por um bom custo. No início pode ser um pouquinho difícil pegar o jeito da coisa, mas depois fica bem simples – o mais importante é saber que no sentido Uptown os trens vão para a parte norte e para “cima” da ilha de Manhattan, enquanto no sentido Downtown vão para o sul e para a parte de baixo da ilha. As estações geralmente tem o nome da rua em que estão próximas e isso ajuda a se localizar. Veja aqui mais informações sobre transportes.

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46 – Smartphone:

O smartphone faz parte da vida do viajante e facilita na hora de explorar uma cidade completamente nova. Para ajudar a se locomover por Nova York, saber que linha de metro ou de ónibus pegar, você pode comprar um chip de celular pré-pago e utilizar em seu telefone desbloqueado. Uma opção para ter acesso à Internet é fazer uma parada nas cafetarias Starbucks, que sempre têm wi-fi livre. O celular com acesso à Internet ajuda muito, pois com ele você pode utilizar apps como o Google Maps e iTrans NYC.


47 – Pass de transporte:

O NY City Pass ou o NY Pass são passes que dão direito a entrar em alguns pontos turísticos da cidade e provocam uma certa economia por isso. O NY City Pass permite conhecer 6 pontos turísticos da cidade em uma semana, já o NY Pass permite conhecer mais de 80 atrações e pode ser utilizado em períodos de um dia a uma semana (cada um com um preço). Em nossa opinião são tipos de ingressos que têm certa utilidade, principalmente para não ter que pegar na hora de comprar cada ingresso, mas, via de regra, eles são mais vantajosos financeiramente para quem fica pouco tempo em Nova York.

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48 – Hotel/hostel:

Manhattan é “o lugar” para se hospedar se quer estar perto de tudo e fazer muita coisa caminhando. O problema é que hospedagem em Manhattan é cara, então não espere pagar pouco para ficar em um hotel decente e bem localizado. Para quem quer economizar, a dica é ficar fora da ilha, em locais como o Brooklyn, Queens ou Jersey City.

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49 – Nova York está próxima de três aeroportos e são eles os principais pontos e chegada à cidade.

O JFK Airport, fica no Queens, o La Guardia, também no Queens, e o Newark Liberty, em New Jersey. O aeroporto com localização mais próxima da Times Square, é o de La Guardia, porém, ele é mais utilizado para voos domésticos; ou seja, para quem já está no país. A melhor maneira de sair do aeroporto varia muito, pois depende do aeroporto em que chega e para qual local da cidade irá se deslocar. Os aeroportos estão ligados às áreas mais movimentadas da cidade através do transporte de ónibus, táxis, bons para quem está em grupo e shuttles, que são uma boa opção para quem está sozinho ou em duas pessoas.


50 – Gorjeta:

Dar gorjeta pelos serviços prestados é uma prática natural nos Estados Unidos. Ela é dada tanto para o garçom que serve sua mesa quanto para o taxista ou funcionário do hotel que ajudou com as malas. Geralmente paga-se entre 15 a 20% do valor do total do serviço, mas em alguns restaurantes a sugestão de gorjeta chega aos 25%. Geralmente a conta do restaurante já vem indicando, em dólares, quanto pode deixar de gorjeta.

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Dica final:

Aproveite muito, mesmo muito a cidade. Caminhe sem medo de se perder, porque é nesses momentos que você pode acabar conhecendo uma coisa muito legal e se surpreender.

Festival da Eurovisão de 2017 alcançou quase 200 milhões de pessoas

O Festival Eurovisão da Canção atraiu em 2017 1,4 milhões de espectadores em Portugal, a maior audiência desde 2008 na visualização da competição que alcançou 182 milhões de pessoas em vários países do mundo.

Os três espectáculos ao vivo realizados em Kiev, na Ucrânia, nos dias 09, 11 e 13 de maio de 2017, “alcançaram cerca de 182 milhões de pessoas em 42 mercados”, segundo a União Europeia de Radiodifusão (UER).

Destes, 1,4 milhões viram a grande final em Portugal, país que, para além de ter vencido a competição, “alcançou o seu maior público desde 2008”, chegando aos 32,5% da audiência televisiva nacional.

Os dados globais demonstram uma descida no número total de espectadores do festival, depois de, em 2016, os três espectáculos de Estocolmo, na Suécia, nos dias 10, 12 e 14 de maio, terem atingido 204 milhões de espectadores, em 42 mercados.

Em contrapartida, o número de pessoas que assistiram ‘online’ à competição “mais do que duplicou” em relação ao ano anterior, com “seis milhões de sessões de ‘streaming’ em 233 territórios” no YouTube e “um total de 8,5 milhões de visualizações ‘on-demand’”.

Para além de Portugal, também a Bulgária, segunda classificada na competição, registou o maior número de público desde 2003, com 650 mil espectadores, representando 39,4% da audiência da televisão búlgara.

A Itália, com 3,6 milhões de espectadores, alcançou o maior número de público desde ao regresso ao concurso, em 2011, registando um aumento de 15% em relação a 2016.

Pelo 8.º ano consecutivo, a Alemanha teve a maior média de audiência, com 7,8 milhões de espectadores.

O país anfitrião em 2017, a Ucrânia, alcançou 1,5 milhões de espectadores (a maior audiência desde 2009), o equivalente a 18,8% da audiência televisiva daquela noite.

Já a Islândia, apesar de nos últimos três anos não ter sido apurada para a final, registou, uma vez mais, a maior percentagem de visualização (98%) de todos os 42 países em competição.

A edição de 2017 do festival Eurovisão da Canção revelou-se “muito popular entre os públicos mais jovens”, destacou a UER, sublinhando que em média 42,9% de jovens entre os 15 e os 24 anos assistiram, nos 42 países, à grande final, o que representa uma média “quatro vezes maior do que a média de 11% dos canais de transmissão”.

A quota de visualização foi igualmente cerca de quatro vezes superior à média dos outros canais entre as crianças dos quatro aos 15 anos (34,8%) e entre os jovens adultos dos 25 aos 34 anos (38,3%).

O Festival Eurovisão da Canção tinha registado, em 2016, um aumento de cerca de 16% nas audiências, atingindo 204 milhões de espectadores em 42 mercados, mais cinco milhões do que em 2015.

Baseado no festival de música de São Remo, o primeiro festival Eurovisão da Canção teve lugar no dia 24 de maio de 1956, com a participação da França, a então Alemanha Ocidental, a Itália, a Holanda, o Luxemburgo, a Bélgica e a Suíça.

No ano seguinte juntaram-se o Reino Unido, a Áustria e a Dinamarca e, em 1959, o Mónaco.

Portugal iniciou a sua participação em 1964, tendo estado ausente da fase final em 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016. Em 2017 venceu a competição e este ano Lisboa é a cidade anfitriã do Festival Eurovisão da Canção.

 

Fonte: Diário de Notícias

David Guetta lança novo remix de Bum Bum Tam Tam

O hit de quase todos os bailes funk e de festas em geral, que já passou dos 250 milhões de streams e cujo seu remix já acumula mais de 1 bilhão de plays, ganha outra versão a la festival, produzido pelo DJ David Guetta.

Esta versão já estreou em alguns dos palcos de festivais mais prestigiados do mundo, como o Ultra Miami, e imediatamente se tornou um sucesso viral, antes mesmo de seu lançamento. Este remix combina o poderoso ritmo do baile funk de “Bum Bum Tam Tam” e nos leva em uma viagem com J Balvin e Stefllon Don, que faz com que os frequentadores de festivais pulem incansavelmente até sua última batida.

Escute o novo remix com J Balvin e Stefflon Don.

A banda sonora de uma revolução nos jogos

A banda sonora é um dos aspetos mais importantes dos videojogos, mesmo tendo em conta que é através dos olhos que procuramos sempre o salto de qualidade a nível gráfico, que é a justificação pelas mudanças geracionais.

Por sua vez, o marketing é também um departamento de inegável importância dentro da equação da indústria.

Em certos casos, ambos os conceitos dão as mãos e temos grandes exemplos de temas musicais comerciais que não nasceram com a intenção de fazer parte de um videojogo, mas que por vários motivos se encontram ligados a eles

Nicholas Boothman: Inspirando cada momento

«Ter sucesso é viver a vida que se escolheu»

Nicholas Boothman fundou em 1982 a empresa de publicidade Corporate Images. Mais tarde, criou o Persuasion Technology Group. Depois de 25 anos de carreira na indústria da moda e fotografia para publicidade, Boothman tornou-se num praticante licenciado de programação neutro-linguística, uma técnica controversa que a academia nacional de ciências concluiu faltarem bases científicas.

Ao Link To Leaders, o autor do livro “Convince Them in 90 Seconds or Less: Make Instant Connections That Pay Off in Business and in Life” explicou como a nossa capacidade para criar laços com outras pessoas pode ser fundamental para a obtenção de uma liderança de sucesso e para inspirar equipas de trabalho, gerando os sentimentos de compromisso e confiança em todos os envolvidos.

Porque é tão importante que os outros gostem de si?
O segredo do sucesso nos negócios e na vida não é difícil de perceber. Quanto melhor estiver ligado aos diferentes tipos de pessoas e fazer passar as suas ideias, mais sucesso terá. Basicamente há três motivos pelos quais é tão importante que os outros gostem de si. E quando digo ‘gostem’, refiro-me a confiarem e a sentirem-se bem consigo. Primeiro motivo. Quando as pessoas gostam de si, tendem a ver o que tem de melhor e o que representa; mas se não gostarem, acontece exatamente o oposto. Se for um louco aos saltos por aí, se as pessoas gostarem de si, vê-lo-ão como um entusiasmado; mas se não gostarem, vê-lo-ão como um idiota.

O segundo motivo porque é tão importante que as pessoas gostem de si é que, inconscientemente, procuramos motivos para dizer ‘sim’ às pessoas de quem gostamos, enquanto, inconscientemente, procuramos motivos para dizer ‘não’ àquelas de quem não gostamos. E, o terceiro motivo é que é muito difícil divertirmo-nos com pessoas de quem não gostamos. Se estamos numa equipa com oito pessoas e ninguém gosta de uma delas, o trabalho será extremamente cansativo, iremos para casa de mau humor e voltaremos no dia seguinte cheios de mau humor. Mas, quando todos se dão com todos, a energia flui e o nosso trabalho terá melhor qualidade.

E porquê 90 segundos?
Enquanto pesquisávamos sobre os estilos de comunicação de líderes de sucesso, descobrimos que os melhores eram capazes de se ligar, ganhar confiança e respeito, começar a encontrar uma base comum, acabar com a luta da resposta irrefletida e começar a encontrar um caminho que coloque as suas ideias de negócios no topo das prioridades da outra pessoa, em 90 segundos ou menos.

Existe um programa de TV Norte-americano, o “Shark Tank”, que também têm em Portugal. Um dos tubarões mais conhecidos, Kevin O’Leary, disse-me que verificou que todas as pessoas que conseguiram investimento no “Shark Tank” foram capazes de articular a sua ideia de negócio em 90 segundos ou menos. Acho isso extremamente importante, pois, se não conseguir convencer com a sua ideia em 90 segundos ou menos, significa que você próprio não sabe verdadeiramente o que é a sua ideia.

Relações em negócios e relações de foro pessoal são coisas diferentes. Pessoalmente podemo-nos afastar de pessoas de quem não gostamos, mas não se pode afastar de uma relação de negócios sem se despedir do seu trabalho.

Quais as diferenças entre comunicação e conversação?
Comunicação e conversação não são a mesma coisa. A conversação é usada para trocar ideias e opiniões com vista à construção de relacionamentos. A comunicação é diferente: é orientada para um objetivo – é sobre fazer coisas. Negociar é conseguir trazer boas ideias para o mercado. Seja qual for o seu negócio, a questão está nas suas ideias, em como colocá-las nos corações e mentes das outras pessoas. Fazemos isso por duas vias, porque formulamos as nossas ideias, colocamo-las em palavras e levamo-las até às outras pessoas. Se todos nos ouvirem, é só uma parte da ideia, do sistema de entrega. Todos nós temos uma forma própria de colocar as nossas ideias em palavras e conseguir colocá-las nos corações e mentes das outras pessoas é o que chamamos de estar “totalmente conectado”.

Conversação é, basicamente, quando duas pessoas trocam de ideias e opiniões igualitariamente – eu falo, tu falas, tu falas, eu falo – até encontrarem ideias em comum e, esperemos, razões para gostarem uma da outra. Se estiver a ter uma conversa com a minha filha sobre como decorreu o seu dia e depois mudar a conversa para “Precisas de arrumar o quarto”, acabei de mudar a interação de “conversação” para “comunicação”, e espero obter o objetivo pretendido – um quarto arrumado. Para compreender se a comunicação está a funcionar, são necessárias três coisas: saber o que realmente espera; avaliar aquilo que está a conseguir e mudar a sua abordagem até conseguir o que quer.

Nos meus livros e apresentações, uso o acrónimo SAM (KFC em inglês), para que as pessoas se lembrem destes “segredos” fundamentais dos grandes comunicadores em todas as áreas da vida.

O que precisam as pessoas de hoje para ficarem mais motivadas, felizes e serem bem-sucedidas
Porque acha que há tantos motivational speakers hoje em dia? A resposta é simples: porque não funciona. Motivação é um efeito temporário externo à pessoa. A palavra “motivação” significa, essencialmente dar um motivo para fazer algo, como, por exemplo, vou pagar-lhe mais, dizer-lhe “você é brilhante”, ou deixar de o perseguir. Mas é algo cujo efeito é temporário: assim que o motivo desaparece, a energia e o esforço anteriores diminuem.

Inspiração é o oposto de motivação – vem do interior da pessoa e é permanente. O crescimento é melhor quando pessoa, propósito, projetos e paixão vêm juntos. Quando tal acontece, o potencial humano ultrapassa todos os limites. O medo e as dúvidas saem pela janela e o lucro entra pela porta da frente.

Para alcançar este nível de inspiração, é preciso descobrir os seus “cinco superpoderes”. Por “superpoderes” não quero dizer a habilidade de voar por cima dos prédios como o Super-homem, temos máquinas para fazer isso. Falo de cinco poderes com os quais nascemos. São: entusiasmo, curiosidade, habilidade de processar feedback, empatia e imaginação. Quando estes cinco superpoderes trabalham corretamente, inspiração, crescimento e paixão são o resultado garantido. Isto acontece porque:

  • Nada que valha a pena é alguma vez alcançado sem entusiasmo. Sem ele não há paixão, não há ambição e não há crescimento.
  • Excelentes comunicadores fazem excelentes perguntas. Sem curiosidade não há conhecimento, educação, exploração, nem crescimento.
  • Falhar não existe, apenas feedback. Sem feedback não há flexibilidade, inovação, progresso e SAM!
  • Estamos todos juntos Provocamos impacto uns nos outros de formas que nem conseguimos compreender. Sem empatia não há preocupação com os outros, compaixão, comunidade e amor.
  • Imaginação domina o mundo. É o poder mais forte da Humanidade. Sem ela não há sonhos, cultura, nem futuro.

Vivemos nas nossas imaginações. Você perguntou-me sobre felicidade e sucesso. Vamos falar primeiro da felicidade. Há diferentes momentos de felicidade, mas, falando de forma genérica, existem pequenos “momentos” de felicidade e felicidade de longo prazo.

Num estudo publicado no ano passado no National Journal of Science, pesquisadores colocaram 1.824 pessoas numa máquina de ressonância magnética, para medir a resposta cerebral a certos tipos de estímulos. Concluíram que os seres humanos experienciam os seus maiores momentos de felicidade quando estão a antever algo que querem e quando o resultado é incerto. Por outras palavras, quero que a minha equipa ganhe hoje à noite, mas não sei se vai ganhar ou não. Estou ansioso que chegue o meu iPhone novo. Vou fazer umas férias num local novo e espero que seja fantástico, apesar da incerteza… Todos estes momentos são “momentos” de felicidade que residem na imaginação.

A felicidade de longo prazo vem de algo que gosto de chamar “jardinagem constante”. Plantar sementes de ideias e relações e fazê-las crescer. Quanto melhor souber embalar as sementes das suas ideias e plantá-las na imaginação das outras pessoas, mais sucesso terá.

O que podemos fazer para ser melhor sucedidos?
Cada pessoa tem a sua definição de “sucesso”. A minha definição é sucesso é viver a vida que se escolheu. Pondere bem qual o estilo de vida que pretende e depois faça-o real na sua imaginação, como se se tratasse de um filme. Num determinado momento do futuro, com quem estará e o que estará a fazer? Olhe à sua volta e encha a sua imaginação com a cena completa. Tudo o que pode ver, ouvir, sentir e saborear.

Digamos, em Fevereiro de 2019 estarei… E vá escrevendo como se estivesse a criar um guião sobre o filme da sua vida. Sabe que mais? O seu subconsciente irá fazer tudo para que esse filme se torne realidade. Vale a pena relembrar que a sua mente consciente consegue processar cerca de 40 bits de informação por segundo, enquanto o seu subconsciente consegue processar cerca de 11 milhões! É esse género de processamento que vai querer a trabalhar para si.

Quais foram as principais lições de vida que o Nick’s aprendeu até hoje?
A nossa vontade de nos expressarmos abertamente, confiar na nossa intuição e tentar novas coisas dá-nos acesso a vários géneros de oportunidades imprevistas, múltiplos encontros providenciais e boa sorte em geral.

A maioria das pessoas têm os recursos e a capacidade para conseguir dez vezes mais do que alguma vez irão conseguir. Mas estão limitadas, não pelo que podem fazer, mas pelo que estão dispostas a tentar. A maioria tem medo de sair da sua zona de conforto.

Assim, todos os dias perdem oportunidades para crescer, ao criarem respostas irracionais para novas situações. Seja por medo de falhar, de perder o controlo, rejeição, perda de salário ou de estatuto social, perdem ao fazer inconscientemente decisões limitativas em cada momento.

Assim, perdem oportunidades para criar o trabalho dos seus sonhos, construírem as vidas que desejam e fazerem as mudanças que irão levar as suas ideias ao sucesso. Eis o que aprendi: fale! Confie no seu instinto e faça algo que o assuste todos os dias. No outro lado do medo esperam todas as suas oportunidades.

Jovem cantora derruba juízes na Tailândia

A jovem cantora Bell Nuntrita surpreendeu espectadores e jurados de um reality show durante uma apresentação, ao mudar o tom da voz com muita naturalidade durante a música, passando de um tom feminino a um masculino.

Cantora surpreende jurados com uma voz jamais ouvida no mundo!

Ouça os sons de África

Disco gravado na África do Sul apresenta sonoridade local e conta com a participação de outros artistas.

Orquestra Filarmónica de Viena

A Filarmónica foi nomeada a melhor orquestra da Europa diversas vezes. Para assistir um concerto da Filarmónica no Musikverein, a pessoa tem que deixar seu nome no site, em uma fila de espera.

A lista de espera para o concerto de meio de semana é de seis anos e treze anos para concertos de fim de semana. Casualmente, tickets são liberados no site, em pequeno número.

A orquestra é tão popular e famosa, que são produzidas moedas em sua homenagem, sendo essas as mais famosas do mundo, com valores que vão de um dólar a cem mil dólares. De acordo com o Conselho de Ouro Mundial, as moedas foram as moedas de ouro mais vendidas nos anos de 1992, 1995 e 1996.

A Filarmónica nunca teve um Maestro Residente. Cada ano, os músicos da orquestra escolhiam um maestro diferente para conduzir todos os concertos das temporadas no Musikverein. Esses maestros foram chamados de Abonnementdirigenten. Alguns desses maestros continuavam a frente da orquestra por mais de um ano, conforme a vontade dos músicos.