Conselho de Disciplina reprova sumaríssimo e jogo com o Sporting pode ser repetido

Na semana passada, o futebol português viveu mais um episódio elucidativo de que a presente época desportiva será a mais crispada e competitiva, dentro e fora dos relvados, da última década.

O Benfica elaborou uma série de casos envolvendo FC Porto e Sporting durante toda a temporada, processos que o Conselho de Disciplina reviu hoje e já tomou uma decisão. magasin uggs pas cher

  • Há 128 dias: Brahimi chamou maluco ao árbitro Fábio Veríssimo.
  • Há 119 dias: Brahimi chamou maluco ao árbitro Artur Soares Dias.
  • Há 107 dias: Coentrão insulta árbitro «vai para o car**ho».
  • Há 102 dias: Marega apertou pescoço a adversário; Coentrão proferiu comentários racistas .
  • Há 88 dias: Felipe enfiou dedo no olho de um adversário.
  • Há 34 dias: Brahimi apertou pescoço a adversário.

No entanto, neste último dérbi com o Sporting foi bem pior que todos os casos da temporada: processaram Rúben Dias por uma falta sem ter existido qualquer agressão, ignorando uma agressão grave de Mathieu que pisou intencionalmente a perna de Fejsa quando este se encontrava no chão, com clara intenção de magoar e lesionar o jogador do Benfica, sem qualquer sanção de Carlos Xistra. nike air max pas cher Tendo a FPF o mesmo procedimento perante a violentíssima agressão de Bruno Fernandes a Cervi, pontapeando agressivamente por trás a pernas do jogador do Benfica só com o objectivo de agredir e deitar abaixo o jogador argentino. New Balance Baskets Femme Lance ignorado pelo VAR, Hugo Miguel que e era obrigação do mesmo corrigir o cartão amarelo ridiculamente mostrado por Carlos Xistra arbitro do derby, para vermelho. soldes puma Fora os dois penaltis por assinalar contra o Sporting e o golo mal anulado ao Benfica por falta sobre Rui Patrício. ugg australia O objectivo foi divulgar uma falsa propaganda que o SL Benfica foi beneficiado pela arbitragem com a tentativa de branquear mais o “roubo” de Xistra ao Sport Lisboa e Benfica. nike chaussure Perante mais este caso de uma gritante diferença de critérios sempre em prejuízo do Benfica, o Conselho de Disciplina pode mesmo mandar repetir o jogo entre os rivais lisboetas, veja no vídeo.

Bas Dost em estado critico de vida pode mesmo não sobreviver

Depois de vários jogadores terem sido agredidos em Alcochete, Bas Dost acabou com ferimentos na cabeça que desenvolveram um traumatismo craniano.

Bas Dost, ficou mesmo ferido na cabeça, tendo recebido assistência médica, o jogador desenvolveu um traumatismo craniano e está em estado critico de vida, segundo indica o Hospital à agência Lusa.

Depois do episódio de adeptos que invadiram a Academia de Alcochete e agrediram vários jogadores, equipa técnica e fisioterapeutas, o jogador holandês voltou a falar sobre o assunto, destacando a união do plantel e a reacção dos adeptos, entretanto o estado de saúde do jogador leonino piorem e acabou mesmo por desenvolver um grave traumatismo craniano.

 

ARTIGO EM ACTUALIZAÇÃO, ACOMPANHE NO VÍDEO:

Hackers do Benfica atacam site do Sporting durante o intervalo do dérbi

O site oficial do Sporting foi vitima de um ataque informático durante o jogo com o Benfica, o ataque impede os utilizadores de acederem ao conteúdo disponível no site dos leões.

Um pirata informático associado ao clube da luz hackeou o site do Sporting na internet. O ataque aconteceu enquanto a equipa leonina disputa o derby frente ao Benfica, a contar para a 33.ª jornada do Campeonato.

Esta ação, reclamada por Bala Sniper impediu a visualização de qualquer tipo de conteúdo no site leonino mas entretanto o clube leonino conseguiu repor a normalidade, sendo já possível aceder ao site.

8 episódios de 10 anos de Apito Dourado

O Benfica anunciou que irá requerer a abertura do processo Apito Dourado por entender que muitas das pessoas envolvidas no referido processo estão directamente ligadas a vários eventos que têm marcado o desporto.

O processo “Apito Dourado”, que incluiu investigações a alegados casos de corrupção e tráfico de influências no futebol profissional português, foi desencadeado a 20 de Abril de 2004 com a detenção para interrogatório de vários dirigentes e árbitros de futebol.

 

 

2004:

Janeiro, 24 – A Polícia Judiciária escuta um telefonema do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, com António Araújo na véspera do jogo FC Porto-Amadora, em que o empresário fala em “fruta”(alegadamente prostitutas) para dar ao árbitro do jogo, Jacinto Paixão. O FC Porto ganhou o jogo por 2-0.

Abril, 20 – É desencadeada, no Porto, a operação “Apito Dourado”, com a detenção de 16 pessoas, dirigentes e árbitros de futebol. Entre os detidos contam-se o então presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e líder da Câmara Municipal de Gondomar, Valentim Loureiro, o dirigente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Pinto de Sousa e o presidente do Gondomar SC e vice-presidente da Câmara de Gondomar, José Luís Oliveira.

Abril, 24 – Valentim Loureiro sai em liberdade, após pagar uma caução de 250 mil euros e ser proibido de contactar os co-arguidos.

Maio, 31 – Artur Oliveira, Teófilo Santiago e João Massano são demitidos da Direcção da PJ /Porto, em circunstâncias não esclarecidas, mas alegadamente por causa do processo “Apito Dourado”.

Dezembro, 02 – A PJ desloca-se a casa de Pinto da Costa, com mandados de busca e detenção, mas o dirigente portista não está, pois teria sido alegadamente informado previamente da operação.

Dezembro, 02 – O árbitro Jacinto Paixão é detido pelo alegado esquema com prostitutas após o FC Porto-Amadora. Detidos são ainda os árbitros Augusto Duarte, José Chilrito e Manuel Quadrado, bem como o empresário António Araújo.

Dezembro, 03 – Pinto da Costa apresenta-se voluntariamente no Tribunal de Gondomar. O interrogatório é adiado por quatro dias.

Dez, 07 – O presidente do FC Porto é interrogado pela juíza de instrução Ana Cláudia Nogueira, saindo em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 200 mil euros.

2005:

Janeiro, 25 – O vereador do PS de Gondomar, Ricardo Bexiga, é violentamente agredido por encapuzados, no Porto. Dois dias depois apresenta queixa na PJ contra desconhecidos.

Abril, 05 – A PJ do Porto conclui a investigação da operação “Apito Dourado” e remete para o procurador Carlos Teixeira, da Comarca de Gondomar, um processo com 17 mil páginas.

Abril, 20 – O Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto arquiva o caso das prostitutas, que envolve Pinto da Costa e o árbitro Jacinto Paixão no âmbito do jogo Porto-Estrela.

2006:

Janeiro, 31 – O Ministério Público acusa 27 arguidos no processo de Gondomar, incluindo Valentim Loureiro, José Oliveira e Pinto de Sousa, extraindo 81 certidões que são remetidas a diversas comarcas.

Maio, 25 – É rejeitado um pedido de escusa do procurador do processo, Carlos Teixeira, depois de um dos arguidos ter solicitado o seu afastamento do caso.

Setembro, 19 – É divulgado um parecer do constitucionalista Gomes Canotilho, feito a pedido da defesa dos arguidos, que considera inconstitucional a legislação sobre corrupção no desporto.

Novembro, 20 – O Tribunal de Gondomar delibera a abertura da instrução do processo de Gondomar, solicitada pela maioria dos 27 arguidos.

Dezembro, 01 – A publicação do livro “Eu, Carolina”, da autoria da ex-companheira de Pinto da Costa, ressuscita o caso “Apito Dourado” ao alegadamente revelar novos dados sobre o processo. No livro, publicado em vésperas do início da instrução do processo de Gondomar, Carolina Salgado denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça.

Dezembro, 14 – O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, nomeia Maria José Morgado como coordenadora do caso “Apito Dourado”, com poderes para reabrir processos.

Dezembro, 18 – O Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto arquiva processo contra Pinto da Costa, no caso das prostitutas disponibilizadas ao árbitro Jacinto Paixão e aos seus auxiliares, José Chilrito e Manuel Quadrado.

2007:

Janeiro, 02 – A Equipa de Coordenação do Processo Apito Dourado (ECPAD), liderada por Maria José Morgado, inicia funções.

Janeiro, 09 – Carolina Salgado é ouvida pela primeira vez pela procuradora Maria José Morgado. A ex-companheira de Pinto da Costa confirma as acusações reveladas no livro.

Janeiro, 16 – Maria José Morgado assina despacho onde reabre oficialmente os processos conexos ao de Gondomar, justificando a decisão com as declarações de Carolina Salgado.

Janeiro, 31 – Carolina Salgado é interrogada durante duas horas no Tribunal de Vila Nova de Gaia no âmbito de um dos vários processos que a opõem a Jorge Nuno Pinto da Costa.

Janeiro, 31 – O juiz Pedro Miguel Vieira termina a fase de instrução do processo de Gondomar.

Fevereiro, 05 – O procurador-geral da República considera que a nomeação de Maria José Morgado está a gerar um “efeito em cadeia” no combate à corrupção e exige resultados até ao final do ano.

Fevereiro, 09 – Sabe-se que entre os dez processos avocados por Maria José Morgado no caso “Apito Dourado” figuram as agressões ao ex-vereador de Gondomar Ricardo Bexiga e a alegada fuga de informação que presumivelmente levou Pinto da Costa a ir para Espanha evitando à PJ.

Março, 06 – O juiz Pedro Miguel Vieira decide levar a julgamento 24 dos 27 acusados do processo de Gondomar, incluindo Valentim Loureiro, José Luís Oliveira e Pinto de Sousa. O magistrado valida as escutas telefónicas feitas na investigação.

Junho – O juiz António Carneiro da Silva é nomeado para dirigir o julgamento de Gondomar e pede a escusa, por recear uma eventual “desconfiança sobre a sua imparcialidade”, já que, tal como o arguido Valentim Loureiro, tem vínculo a órgãos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

Outubro, 31 – A Relação do Porto rejeita o pedido do juiz Carneiro da Silva para ser dispensado de presidir ao colectivo que julgará Valentim Loureiro e 23 outros arguidos no processo Apito Dourado de Gondomar.

Novembro, 13 – O juiz Carneiro da Silva, titular do processo, informa as partes de que o julgamento de Gondomar começa a 11 de Fevereiro ou, se houver alguma impossibilidade, dois dias depois.

Discursos tóxicos e difamação podem afectar negócio do futebol em Portugal

As polémicas e a tensão do discurso no futebol português podem levar ao afastamento de adeptos e patrocinadores a médio e longo prazo, segundo especialistas de marketing desportivo.

“Com toda a honestidade, acho que pode afectar. Parece-me que temos vivido uma situação preocupante. Quem paga o futebol em Portugal? De onde vem o dinheiro? Dos adeptos e dos patrocinadores. Como as coisas estão, com este ambiente e discurso demasiado negativo, corremos o risco de afastar uns e outros”, resumiu à Lusa Daniel Sá, diretor executivo do Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM).

A diretora do mestrado em marketing da Católica Business School do Porto, Susana Costa e Silva, aconselhou os principais clubes, FC Porto, Benfica e Sporting, a “pensarem mais em equipa e nos efeitos colaterais (negativos) que o ‘calor’ dos acontecimentos provoca”.

Daniel Sá advertiu para os riscos de “instabilidade e sentimento de insegurança dos adeptos”, que, assim, “podem deixar de ir aos estádios, de assinar canais televisivos e merchandising”, apostando noutros modelos de entretenimento como cinema, música, cultura, viagens ou restaurantes, “os verdadeiros concorrentes do negócio futebol”.

“Mais grave ainda é o lado dos patrocinadores, que quando se associam ao futebol procuram duas coisas: visibilidade e associação a marcas e valores, fundindo-se com o próprio clube. Não gostam de estar envolvidos em polémicas, porque acham que isso pode afetar a perceção que os consumidores têm das suas marcas. Resumindo, acho que os patrocinadores estão seguramente muito preocupados nesta altura”, alertou.

O especialista em marketing desportivo admitiu mesmo que, “neste momento, as direções de marketing das principais empresas estão muito preocupadas com o assunto e a estudá-lo”, avisando para o facto de que a saída de um grande patrocinador “pode ter um efeito catadupa, com outros a segui-lo”.

“Muito provavelmente, o problema de alguns clubes é que não têm bem a consciência de que em termos práticos esses danos poderão vir a manifestar-se a médio e longo prazo. Se pesarmos que alguns já têm dificuldade em ter patrocinadores, se estas polémicas resvalam para um contexto internacional mais difícil vai ficar para as equipas portuguesas obterem apoios a empresas estrangeiras”, sublinhou Susana Costa e Silva.

A também docente na pós-graduação em Organização e Gestão no Futebol Profissional recordou o exemplo do Sporting de Braga, “que para as provas europeias acabou por ser ajudado pela autarquia com o ‘Visit Braga’, à falta de um patrocinador que quisesse contribuir de forma mais sustentável e a beneficiar do impacto da equipa nas competições nacionais e internacionais”.

“Às vezes menos é mais. Saber controlar os ânimos mais exaltados pode ser a melhor forma para manter uma imagem da qual se podem vir a retirar ganhos mais interessantes a médio e longo prazo”, recomendou.

Daniel Sá desafiou as pessoas do futebol a “iniciarem, de facto, uma reflexão profunda para alterar o cenário” que entende ser “insustentável no futuro”, ilustrando com os casos de doping no ciclismo, que levam, regularmente, a que empresas retirem o apoio a equipas e à modalidade.

“Honestamente, acho [que os clubes estão a ser incautos]. É um tiro no pé de todos os intervenientes. De alguma forma, estão todos a maltratar o produto que têm nas mãos. Era como se as pessoas no setor do vinho começassem a dizer que o do vizinho é falsificado, adulterado, o que só prejudicaria a imagem do vinho português. É um erro de todos, indiscutivelmente. Vamos ver como a situação evolui, mas seguramente que é preocupante”, concluiu.

Caso dos e-mails: saiba todo o processo de investigação

Paulo Gonçalves, director do departamento jurídico do Benfica e braço direito de Luís Filipe Vieira, foi detido esta quinta-feira de manhã pela Polícia Judiciária sob suspeita de ter subornado três funcionários judiciais para lhe fornecerem peças processuais do chamado caso dos e-mails.

Cronologia:

11 de Abril de 2017 – O director de comunicação do FC Porto começa a revelar e-mails do Benfica, falando numa troca de correspondência entre Rui Pereira, chefe de segurança do Benfica, para Domingos Soares Oliveira relativamente a um alegado apoio do clube às claques. No mesmo dia, no Porto Canal, revelou quem era os supostos destinatários da cartilha.

6 de Junho de 2017 – Francisco J. Marques denuncia um alegado esquema de corrupção de árbitros a favorecer o Benfica, envolvendo a SAD dos encarnados, o ex-árbitro Adão Mendes e Pedro Guerra, antigo director de conteúdos da Benfica TV. Luís Filipe Vieira, Paulo Gonçalves, Nuno Cabral, além de Ferreira Nunes, antigo responsável pela classificação dos árbitros, são também visados.

8 de Junho – Entrada do inquérito-crime no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, posteriormente enviado para o Departamento de Investigação e Acção Penal.

Julho – A Polícia Judiciária prepara uma busca e apreensão de documentos no âmbito do processo de inquérito, mas sem o consentimento do juiz de instrução do processo. A PJ já tinha obtido os e-mails de Francisco J. Marques e o acordo formal do Ministério Público.

19 de Outubro – Buscas feitas no Estádio da Luz e às residências de Luís Filipe Vieira, Paulo Gonçalves, Ferreira Nunes, Adão Mendes, Nuno Cabral e Pedro Guerra. Duraram cerca de 10 horas.

21 de Fevereiro de 2018 – O Tribunal da Relação do Porto deu razão ao Benfica pelo que o FC Porto fica proibido de revelar os e-mails do clube da Luz. A decisão, que surge na sequência do procedimento cautelar dos encarnados, mereceu a unanimidade dos juízes desembargadores, que assim revogaram a decisão do Tribunal Cível do Porto, que recusara em primeira instância proibir a publicação dos e-mails.

24 de Fevereiro – O Benfica requereu ao Tribunal da Relação do Porto para impor ao FC Porto e ao director de comunicação, Francisco J. Marques, uma sanção pecuniária nunca inferior a 1 milhão de euros no caso de continuarem a divulgar e-mails, mas os desembargadores da secção cível, que decidiram por unanimidade revogar a sentença proferida pelo juiz Fernando Cabanela, ficou-se pelos 200 mil euros. Será este o valor que o FC Porto e Francisco J. Marques, e ainda as entidades FC Porto SAD, FC Porto Media e Avenida dos Aliados – detentora do Porto Canal – terão de desembolsar se forem contra esta decisão.

28 de Fevereiro – O FC Porto anuncia que vai recorrer para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos da decisão judicial que impede o clube azul e branco de divulgar mais e-mails do Benfica. A garantia foi deixada esta terça-feira por Francisco J. Marques, director de comunicação dos dragões, no Porto Canal, garantindo que o clube azul e branco vai avançar com o referido recurso “porque está a ser violado o interesse público que toda esta matéria encerra”.

6 de Março – Paulo Gonçalves é detido pela Polícia Judiciária sob suspeita de, em nome da SAD do clube, ter subornado três funcionários judiciais para lhe fornecerem peças processuais do chamado caso dos mails.